sábado, 22 de dezembro de 2012

Quando não eramos tratados como idiotas (malditos tutoriais) !


Salve salve, leitor retrogamer ou não, que gasta seu tempo conosco. Fico muito feliz por você estar aqui, sabia? Continue com a gente. Puxe ai uma cadeira, segura aqui o controle que a gente vai bater um papo legal sobre Tutoriais.
Sim, você sabe o que estou falando. E você também odeia isso, não importa a sua idade. Porque, mesmo que você SEJA um idiota, ninguém gosta de ser tratado como um.
Não, não que você seja. Mas acompanha o raciocínio: 
Foi-se o tempo no qual a gente simplesmente pegava um jogo, soprava o cartucho, enfiava no console e começava a jogar. Hoje em dia é impressionante a quantidade de jogos que saem para quaisquer sistemas que nos obriga, quase que automaticamente, a passar por uma fase de tutorial. Quando é que os jogadores ficaram burros?
Na minha época você encaixava o cartucho (mais conhecido como fita) e a sequência de fatos era essa:

1º - Logo da Nintendo / Sega confirmando que a sua soprada mágica funcionou e o cartucho "pegou".
2º - Tela de menu onde você tinha basicamente NEW GAME / PASSWORD / OPTIONS
3º - Breve "introdução" ou "apresentação", também conhecido como "demo" ou "momento onde você apertar start loucamente como se não houvesse amanhã

Pronto! você está na primeira fase! Esses já são dois inimigos vindo na sua direção! SE VIRA!

Era bem assim na minha época de 8-16 bits, pequeno leitor.
Desde que eu me lembre como jogador, nunca precisei de tutorial para saber como se joga um game. Para mim era só sentar a bunda na cadeira / sofá, colocar o cartucho no console e partir para o abraço. Não sei para que serve aquele item? Tirava a dúvida na mesma hora, usando-o. Não sei como mata aquele carinha ali em cima de uma plataforma flutuante impossível de alcançar? Procuro um ítem que, logicamente, iria me levar aquele lugar. Sabe Metroid? faz idéia de quantas horas passamos minha geração inteira apenas vagando por aquele mapa enorme procurando itens que possam dar alguma idéia vaga de como passar da passagem X?
Estas eram as formas mais inteligentes, para mim como jogador, para entender como funcionava o universo daquele jogo em particular. Tentativa e erro. Simplesmente seguiria os passos de aprendizagem do jogo, que estariam embutidos de uma forma inteligente no mundo do mesmo, até que eu me tornasse mais um que aprendeu a jogá-lo com destreza e sem me preocupar em ir atrás de manual de instruções para saber como usa o pulo do jogo. Eu só fui ler manuais depois de velho, baixados pela internet. Na minha infância de locadoras, tinha dessas malandragens não. Era alugar um jogo (ou porque gostei da capa ou porque li em alguma revista sobre ele), enfiar no videogame e apertar os botões pra ver o que cada um deles faz. e descobrir na raça como passar dos lugares.
Até o início da era PSX, os jogos não nos tratavam como gente ignorante, estúpida e incapazes de identificar um botão pulo. Mas será que foi isso que realmente aconteceu? Será culpa das empresas, ou são os jogadores? O que exatamente mudou nesse cenário gamer?
Vamos conversar sobre isso, chama a galera pra gente discutir esse assunto. Se quiser mesmo ajudar, divulgue esse post para os seus amigos do facebook.

Tutorial para saber pular no jogo... 
tá de brinks né SEGA?
Complexidade. Esta é a palavra-chave para o caso dos jogos atuais. Muitos deles tem um verdadeiro manancial de controles, botões e combinações a serem feitos pelos jogadores para que, assim, possa jogar uma partida ou começar o jogo de forma adequada. É impressionante a quantidade de movimentos que jogos como God of War ou Metal Gear: Snake Eater são necessários para que o jogador seja bem-sucedido em, apenas, começar o jogo. Sim, estamos falando dos primeiros momentos. 
A jogabilidade se tornando complexa, pelo visto, se faz necessário a criação de um passo-a-passo para que o jogador possa entender o que fazer quando um inimigo atira diretamente no seu peito uma granada flamejante. É segurar R3+L1 e apertar repetidas vezes o Triângulo. Claro, estes são casos esdrúxulos nos quais as empresas criam situações que precisamos fazer tais movimentos. Mas será que precisamos de tanto? Isso vai do nível de realismo do jogo? e se vai, esse mesmo realismo pode ser reproduzido no executar de comandos complicados nos controles? Isso torna a experiência convincente?
Creio que seja possível a junção entre uma jogabilidade complexa e casual sem interferir diretamente na imersão do gamer sobre um jogo. É claro e óbvio que essa é uma opinião minha, já que pelo visto, as atuais empresas – e as antigas também – não estão se dando o trabalho para arrancar nenhuma gota de suor do jogador para compreender a mecânica de um jogo. 
Antes um simples para frente e A possibilitava um personagem pular ou bater em alguém. E um para baixo e qualquer botão do controle fazer um SpinDash de um outro para seguir em alta velocidade na fase. Mega Man que o diga.
Então veio o Wii e mudou toda a história dos videogames. Tocou o foda-se. Sabe, revolucionou mesmo.
O Wii simplificou tudo. Mova o controle e o seu personagem vai fazer tal movimento. Todos nós sonhávamos com essa tecnologia de ficção científica. Quase um poder Jedi. Aperte um dos poucos botões no Wiimote ou no Nunchuk e as ações serão feitas com relativo sucesso. Relativo, porque falta aperfeiçoar, mas não podemos negar que a bagaça funciona muito bem. A simplificação de movimentações foi uma das coisas boas no Nintendo Wii, mas, também, simplificou, e muito, a jogabilidade dos gamers em seus jogos.
Os leitores podem estranhar eu falar bem do Wii aqui, já que vivo
fazendo piadinha com o console e seus usuários. Mas hoje estamos aqui
para analisar criticamente um assunto que tem muito a ver com ele.
O hardcore gaming, para a Nintendo, foi para o espaço. Não existe mais a expressão "LEVEL HARD" nos jogos atuais. Se está lá, não é mais o mesmo. Antigamente, configurar um jogo no HARD era o que separava homens de crianças.

Em contrapartida, no X-BOX 360, PS3, PSP e PC, os jogos foram se tornando cada vez mais complexos, em termos de controle. Um exemplo disso, são os FPS que estão com tantos comandos e botões que daqui a pouco teremos uma extensão do teclado somente para poder matar uns nazistas!
Então, qual é o melhor caminho para se seguir? Simplificar os controles? Simplificar os jogos? Ou uma mistura dos dois? É possível equilibrar essa equação, já que obviamente os controles de antes eram simplórios exatamente porque os JOGOS eram simplórios?

Parece difícil de se concluir algo. E não quero nesse post aumentar as briguinhas entre os gamers Old School como eu e os New Generation. Apenas chamar o leitor inteligente a refletir sobre uma mudança significativa que os jogos sofreram com o passar dos anos.
Tem-se de arrumar um meio-termo. Ou melhor: uma opção para desligar os tutoriais de controles. Seria o ideal, na verdade. Porque entendo perfeitamente que eu, que comecei minha história no Master System, não preciso que alguém me ensine que segurar pra frente e apertar o botão de pulo vai me jogar encima daquela plataforma ali. Mas talvez, para uma geração nova, isso seja necessário. Não que eles sejam mais burros do que eu, mas talvez seja apenas uma questão cultural. 
Como retrogamer, me sinto insultado quando vejo um tutorial na minha frente. Coisa que eu nunca precisei quando joguei Alex Kidd, SimCity, Resident Evil, Silent Hill, Tomb Raider, Metroid, Ninja Gaiden, Shinobi, Sonic, Mario e outros jogos. Pois era só fazer o que tinha de ser feito: jogar. Tava tudo ali na tela.

Talvez a culpa seja dos jogadores, com preguiça de saber como mexer de verdade o seu personagem ou das empresas que deixaram os jogos por demais complexos. O importante é que nada está sendo feito para resolver esta situação, chegando ao ponto de dois extremos existirem nos jogos atuais. De um lado, os 360 botões do XBOX sendo usados ao mesmo tempo para controlar um soldado. De outro, jogos simples de comandar usando dispositivos como o wii e o kinect.

Mas a única coisa que eu peço, como gamer, é não ser tratado como idiota


E para vocês, o que acham deste derrame de tutoriais a torto e direito nos atuais jogos?
Comenta aqui embaixo, qual a sua experiência com essa situação?

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

OS 10 PERSONAGENS MAIS MACHOS DOS VIDEOGAMES!


VALE MUITO A PENA LER ESSE POST ATÉ O FIM, CAMARADA.

Olá, leitores ligadões no Yakult e Toddynho com Vodca, aqui quem fala é o tio Lacerda com mais uma daqueles posts loucos e sem noção, mas que trazem um nível infinito de diversão e entretenimento inteligente, mais aquele caminhão de piadas impiedosas que você  vai ter que engolir sem fazer careta, provando que é macho até embaixo de outro macho! E POR FALAR em níveis de testosterona elevados ao quadrado  da hipotenusa (porque elevar ao cubo é muito gay), a pauta de hoje é sobre os 10 personagens de videogames mais badass,  mais fodões, mais másculos e mais foderosamente brucutus de todos os tempos! Aqueles que fariam o Arnold Schwarzenegger  ter pesadelos e acordar com a cama molhada! Que fariam Charles Bronson dormir com a luz acesa!
Eu sentei com meu notebook aqui e fiz uma vasta busca em minha memória gamer. Busquei também na minha coleção de filmes. E livros. E o resultado foi surpreendente. Tem tanto sujeito fodão nos videogames, mas TANTO sujeito fodão nos vídeogames, que selecionar apenas 10 foi a parte mais difícil. Mas eu tentei fazer um apanhado geral mesmo, desde os 8 bits até o Kratos, sendo bastante democráticos. E saibam que o critério científico e profissional que usei não foi apenas a foderosidade e o nível de macheza e masculinidade apresentados pelo candidato, mas principalmente o contexto em que ele estava inserido, as frases de efeito, armas que usava e o figurino. Aliás, figurino não que FIGURINO é coisa de personagenzinho viadinho de Final Fantasy e lutador fashionista de KOF. 
Tô falando é das roupas mesmo, mermão, que quanto mais ogro, melhor é. Nada de lencinho esvoaçante ao vento. Couro é jeans é o que há, pois não atrapalha na hora de esmagar a cabeça de alguém no meio fio.
Eis então, jovens que mastigam abelha pra não comer mel , nossa lista dos 10 mais brucutus e machos dos games. Pega lá sua cerveja e pede uma porção de fritas.
Fritas não, que fritas é coisa de viado.
Mande o taverneiro descer um leitão na travessa.



10º LUGAR - Isaac Clarke (Dead Space)

O personagem principal do jogo que fez a galerinha da nova geração se borrar nas bermudas do Ben 10. Isaac é um especialista de sistemas de naves (e engenheiro) a bordo do ônibus espacial Kellion, para investigar e reparar o USG Ishimura. Bacana, né? Vida chata de suporte. 
Clarke também está tentando achar sua namorada, Nicole, uma médica especialista designada na nave, cujo destino é desconhecido no começo do jogo. Ai a porra fica séria. Durante todo o jogo, Isaac se depara com uma conspiração envolvendo a Igreja da Unitologia e o Governo. Não sabe o que é Unitologia? Clica aqui e descobre. É também implícito que a mãe de Clarke é um membro do alto escalão da Igreja de Unitologia. Isaac é o único personagem que não fala em Dead Space, apenas produzindo sons inarticulados, como grunhidos, gemidos e gritos. Ele é macho porque fica dentro de uma roupa de combate espacial o tempo todo sem reclamar nenhum pio (até porque ele não fala). Mas a razão principal é que ele encara aquele inferno todo com sangue nos zóio. 
Só que ficou em décimo lugar na escala de macheza porque sofre muitos problemas psicológicos, inclusive uma dupla personalidade no segundo jogo. Isso é coisa de rapazinho traumatizado, por isso que nenhum personagem de Silent Hill entrou nessa lista. Macho que é macho não tem traumas emocionais. 
Porquê? Porque não tem emocional, porra!

9º LUGAR -  Kano  (Mortal Kombat)

Ele é estúpido, grosso, rude, coça o saco e cospe no chão. Bate em mulher, não faz a barba nunca jamais, usa um tapa olho with lasers e camiseta rasgada mostrando os braços, que é o uniforme macho mais padrão, se é que macho usa uniforme. Ele tem um cinturão atravessando o dorso e arranca o coração dos oponentes na unha. Esse contrabandista / traficante / mercenário / cafajeste é praticamente um contrapeso entre os personagens moralistas, éticos e afrescalhados do lado Rayden da força. Do jeito que a Sonya detesta o cara, e do jeito que eles sempre saem no braço quando rola uma chance, tá na cara que o caolho do mal andou dando uns pegas na loirinha no passado. Ao contrário do Jax, que fica naquela friendzone eternamente. Na boa, eu sou muto muito mas muito mesmo fã de MK. Mas fale a verdade aê: O único personagem macho de verdade naquele elenco, além do Kano, talvez, apenas TALVEZ seja o Scorpion. E mesmo assim aquela fixação dele com o Sub-Zero é muito suspeita.

8º Lugar - John Marston  (Red Dead Redemption)

Esse é muito macho, muito macho mesmo. Ele cospe no chão e mastiga fumo. Ele é o típico caubói do velho oeste, com toda a macheza que lhe cabe. Não toma banho, não faz a barba, só bebe uísque na garrafa e não conversa com moleque. Ele é típo o Tex Webber, só que sem censura ou viadices dos roteiros italianos.
É sem dúvida a versão para HOMENS DE VERDADE do jogo Gun, para PS2 (e olha que eu sou muito fã desse game, muito mesmo)..
Mas esse sujeito vai além do bang bang, ele transforma o Texas no seu personal GTA, roubando cavalos, quebrando saloons e espancando marginais, bandidos e qualquer um que tenha a audácia de lhe apontar uma arma. Ele morde dinamite, ele chuta a bunda de gangues inteiras. Sem contar que ele tem cara de homem, jeito de homem, roupa de homem, barba de homem e arma de homem. Bazzokas? Não. Duas pistolas de seis tiros cada. E que se foda o resto.
E ele tem a cara do Charles Bronson mais novo. Isso já dá pontos de macheza automaticamente.
Ainda, pra provar sua testosterona em níveis astronômicos, ele enfrenta hordas de zumbis em algumas expansões do jogo. Mais foda que isso só se ele tivesse duas pistolas. Oh, wait...



7º Lugar - Mike Haggar (Final Fight)

Como se não bastasse a referência óbvia a Hagar, o Horrível , eu diria que de todos os personagens da velha CAPCOM esse é o único que transpira alguma macheza. Claro que existem outros, mas se pegarmos a média (que basicamente se resume a Street Foghters) nós teremos um apanhado de sujeitinhos que adoram mais o próprio corpo que qualquer outra coisa. E fisiculturismo é coisa de viado. Hann.... o Arnold Scharzzenegger foi fisiculturista? Mister Universo? SÉRIO?
Ok, leitores, eu retiro tudo o que disse. Tudinho.
Sobre o grandalhão Haggar, vamos aos argumentos: 
* Tem bigodão como o Krauser e é lutador de luta-livre como Alex. Isso o faz duplamente macho.
* Se tornou prefeito de uma cidade corrupta e teve a filha seqüestrada por uma gangue. Ao invés de ativar o Bope ou coisa assim, juntou dois camaradas e passou a noite socando meliantes até reaver a menina. Você acha que o prefeito de São Paulo faria isso? Eu acho que não!
* Viajou o mundo socando outros meliantes pouco tempo depois. Macho de verdade carimba o passaporte com o sangue que espalhou pelos lugares que visitou. Pergunte pro Steven Siegal.
* Nas horas vagas, Haggar gosta de entrar em torneios de luta-livre. Macho de verdade faz isso como passatempo. Ele luta por esporte, por trabalho e por diversão.
* Haggar come coisas encontradas em latas de lixo, montes de pneus e caixotes que encontra pela rua. Macho de verdade come qualquer coisa que encontrar pela frente! Sem medo e sem frescura!
* Haggar não tem problemas de consciência por esmagar pessoas com seu peso. Mesmo quando as pessoas em questão são mulheres ou punks randômicos de gênero desconhecido. 
* O único crossover da Capcom que contaria com sua presença (Capcom Fighting All Stars) foi cancelado. Provavelmente porque se ele e Zangief se enfrentassem, destruiriam o mundo. Machos de verdade movimentam placas tectônicas com seus conflitos.


6º Lugar - Kratos   (God of War)

Ele matou todos os deuses da mitologia grega. Ele matou todos os inimigos, amigos, programadores, designers e distribuidores do jogo. Então não preciso nem de explicação sobre porque Kratos está nessa lista. Mas se você ainda não está convencido, vamos aos fatos:
* Kratos é feio. Macho que é macho sempre é feio.
* Kratos não apenas mata seus inimigos, como também os faz em pedaços. Macho de verdade sempre estraçalha os inimigos, simplesmente porque pode! Com as mãos, o sovaco ou os dentes.
* Kratos também foi pro inferno quando morreu, mas diferente de Scorpion, voltou exatamente igual. Ele é tão macho que não tinha como voltar mais durão. É como se o Exterminador do Futuro tivesse um upgrade, não faz muito sentido.
* Em todos os games da série, Kratos sai caçando os deuses. Macho de verdade quer enfiar porrada em seres de divina providência, pois matar humanos perde a graça depois de um tempo. 
* Kratos é tremendamente hétero... e grego. Se você tem um mínimo de cultura ou assistiu Alexandre (ou Cavaleiros do Zodíaco), sabe como é difícil para alguém na Grécia manter sua masculinidade por muito tempo.
* Kratos controla o espaço e o tempo sem filosofar a respeito disso. Machos de verdade chutam a bunda do tempo-espaço sem pensar em paradoxos complexos.
* Kratos é tão macho que mesmo no meio da batalha não se abstém de satisfazer as raparigas... e depois largá-las para provavelmente morrerem no meio do conflito. 
* Já matou metade dos grandes heróis da Antiga Grécia, incluindo o trapaceiro bichinha do Perseu. Macho de verdade não liga a mínima para heróis históricos. Para eles só existem dois tipos de pessoa: As mortas e as que não encontraram com ele ainda.
* Mesmo a beira da morte, Kratos ameaça seus inimigos. O negócio é que ele sempre volta depois para cumprir o que prometeu. Macho de verdade nunca deixa assunto pendente.
* Kratos só seria detido se Chuck Norris fosse da mitologia grega. Mas aí já é outro departamento.

5º Lugar - Marine / Doom guy (DOOM)

Aqui temos um dos mais mother fuckers dos games, marine era tudo que o Arnaldão precisaria para derrotar o Predador, o soldado negão que me desculpe, mas é a pura realidade. Marine viu sua tropa ser dizimada por criaturas from hell de todos os modos possíveis. Se você acha que ele se deixou abalar por isso está muito enganado. Empunhou sua "12 cano duplo" e saiu criando a maior esbórnia nas duas luas de marte, Phobos e Deimos, até chegar na raiz de todo mau. O INFERNO. Não basta ser macho, tem que ser macho a ponto de achar um portal para o inferno cristão em outro planeta.
Alias, Marine possui o green card infernal, não me lembro de um cara ter ido tantas vezes lá e voltar vivo. Teve o Jason. Mas ele não voltou vivo. 
Marine tinha culhões o suficiente para peitar um Cyber-Demon de igual pra igual e se você já viu um Cyber-Demon, sabe que precisa de bolas do tamanho da Torre Eifel pra isso. E ele já era foda quando o controle FPS em cenários "3D" ainda eram um protótipo em desenvolvimento. Se hoje você tem dois analógicos pra girar arma e cabeça do personagem, experimente jogar seu Call of Duty sem a segunda opção. Era isso que esse fodão fazia na época dos primeiros demônios que enfrentou.
Quando ficava sem munições ele ficava calmo e apanhava a primeira serra elétrica que visse pela frente.
Quando você finaliza o jogo a seguinte frase pode ser lida: " Você provou ser durão o suficiente para o inferno te segurar". Pense por um instante nisso.
Marine e Sarge são os únicos capazes de manuzear a BFG (Big Fucking Gun). Se você ainda não sabe o que é uma Big Fucking Gun, então precisa estudar um pouco mais sobre ser homem, compadre.
Conta a lenda que um dia Marine e Duke Nuken tomaram cerveja juntos numa galáxia feita apenas de álcool. Depois da briga no bar a galáxia passou a se chamar Via Láctea. (só os fortes entenderão)
Posso acrescentar ainda que o DoomGuy dizia "fuck Yourself" nos videogames numa época em que a Nintendo censurava até os peitos da Peach no volume do vestido.


4º Lugar - Ben Whatsisname (Full Throttle) 

Esse foi o cara que inspirou essa matéria, mesmo que ele tenha ficado em quarto lugar. Esse game é antológico no quesito macheza virtual e bits másculos com cheiro de óleo diesel. Nenhum personagem dos games é tão machão quanto esse motoqueiro casca grossa. Enquanto heróis ridículos e afrescalhados normais seguem missão atrás de salvar o mundo e salvar princesas metidas e etc, nosso amigo Ben está atrás de sua velha motocicleta. Ele salva o mundo por um mero acaso, já que o que ele quer mesmo é só a moto de volta.  Macho de verdade não precisa de mais que duas rodas para se locomover.
De fato, ele é líder de uma gangue de motociclistas. A única coisa mais máscula que andar em uma gangue é liderá-la. Pergunta pro Jhon Travolta. (não, pera...)
Ben está perpetuamente com a barba por fazer. Machos de respeito sempre estão com barba de fim de tarde, mesmo que tenham acabado de se barbear. É questão de alma, espírito.
Ben parece ter uns quarenta anos. Embora isso não signifique macheza, o fato dele parecer SEMPRE ter tido quarenta anos significa. De fato, ele não parece ter sido criança ou adolescente em momento algum de sua vida, parece sempre ter tido quarenta anos. Machos de verdade não nascem, eles simplesmente surgem um dia, caminhando no horizonte.
Ben é queixudo. Machos de verdade podem ser descobertos pelo tamanho de seu queixo. nenhuma macho alfa nesse universo tem um rostinho angelical desenhado por ninfas desocupadas de Hogwards. Eles são talhados nas forjas do Valhala.
Apesar de inúmeras tentativas, nunca houve uma continuação para Full Throttle. Mesmo assim, Ben é lembrado por todos que o conheceram. Macho de verdade só precisa aparecer uma vez para causar impacto. E macho não confia em você pra controlar, ele anda sozinho. Por isso o jogo é de Point and Click.

3º Lugar -  Max Payne (Max Payne)

Primeiro que o cara tem um jogo com o nome dele, isso já sinal de um genuíno macho. Se houvesse um filme do Arnold Schwarzenegger chamado "Arnold Schwarzenegger" ele seria o mais macho do universo. 
Max Payne ganhou nosso terceiro lugar porque ele sozinho e à beira do suicidio por depressão absoluta, resolve resolver sua existência da forma mais másculas possível: Com armas carregadas de ódio. Ele desmantela uma organização inteira, prova sua inocência e ainda enfrenta seus demônios pessoais, tudo isso sem deixar nem mesmo o filme horroroso que fizeram manchar sua reputação viril e porradeira. Max fode com todos, atira em todos e para no peito muita merda ao longo dos 3 jogos. E se você observar bem o terceiro jogo, ele está velho e quase quebrado ao meio pela idade, mas ainda bebe whiky no gargalo e atira em tudo o que se move com precisão. Sua macheza cria um campo de gravidade particular. Sua macheza é capaz de esconder 438 armas pequenas, 14 fuzis, 1 rocket laucher e 23 granadas no sobretudo sem ativar detectores de metal. Ele  usa painkillers (analgésicos) como se fossem tic-tacs de hortelã.
E o melhor, ele faz tudo isso em câmera lenta. Porque macho que é macho não obedece leis. Nem as da física.



2º Lugar - Kyle Vlaros (Black Thorne)


Kyle Vlaros é o segundo maior macho dos games porque usa um jeans surrado com uma camiseta fodida, um rayban monstro dos anos 80 e uma cabeleira digna de Kurt Russel no filme Os Aventureiros do Bairro Proibido . Sem contar que ele atira pra trás com uma escopeta, fazendo aquela pose foda de macho durão bad ass do caralho picas do universo.
Sem mais argumentos. Se quiser saber mais sobre o Kyle Vlaros e o game clássico do Super Nintendo, clique AQUI e leia nossa matéria completíssima.



1º Lugar- Duke Nukem (Duke Nukem)


Como se precisasse de explicações, vou explicar: Duke é o cara mais machista dos games! Machos supremos são machistas, não importa o quanto seja gramaticalmente redundante falar isso. Muita gente cita Shakespeare, outros citam Clarice Linspector... mas Duke cita "Uma Noite Alucinante". Macho de verdade assiste filmes de macho e não lê Sonhos de Uma Noite de Verão! Macho de verdade não lê nada! Muito menos blog que faz lista dos 10 mais machos! Listas é coisa de blogueiro viado. NÃO, PERA.
Duke passa a maior parte de seu tempo livre em bares, casas de strip e academias de luta livre ou stand de tiro. Macho de verdade só frequenta este tipo de ambiente e se orgulha disso. Toma café da manhã à base de cevada.
Duke não tem problemas em responder ao chamado da natureza durante uma batalha. Ele para pra mijar se encontrar uma privada e não tem vergonha de cagar no pescoço do seu inimigo depois de arrancar sua cabeça. Nem preciso complementar a poesia dessa frase.
Duke também viajou no tempo e foi para épocas freqüentadas por outros machos, como o Velho Oeste e a era das Cruzadas. Lugares onde ele não se acanhou em checar a mercadoria das raparigas. 
Duke não tem medo de explodir tudo a sua volta para matar seus inimigos. De fato, ele até prefere fazer desse jeito! Porque gastar munições se você pode jogar um helicóptero encima dos inimigos?
Não importa onde esteja, Duke sempre tem grana o bastante para convencer as raparigas a mostrar os peitos. E se reparar, ele nunca dá o dinheiro para elas, ele só mostra. Macho de verdade não paga para ter o que quer! Ele consegue com o aceno de um bolo de dinheiro e sua testosterona inigualável.
Duke conhece as atendentes de tele-sexo pelo nome! (Laura, is that you?). Isso já diz muito sobre sua personalidade.
Seu último jogo foi anunciado há mais de uma década e nunca foi lançado. Os fãs no entanto se mantém esperançosos, o que só prova que a hombridade real nunca morre, ela só dá um tempo pra poder ir cagar. 12 anos depois sai o tal prometido Duke Nukem Forever. E desagradou os fãns. Mas Duke Nukem está se fodendo para os fãns. Primeiro porque ter fã é coisa de viadinho popstar. Segundo porque um macho não quer agradar ninguém.
Por último, o argumento definitivo: Qualquer sujeito que seja chamado de "Duke" é automaticamente um macho de altíssimo escalão! John Wayne tinha esse apelido e isso é prova mais que suficiente!

E quer uma prova definitiva de que Duke Nukem é o macho numero 1 do universo gamer?
Não tem jogo dele pro Nintendo Wii.*



*Toda a equipe do Velho Noob pede desculpa aos proprietários de Nintendo Wii que se sentem ofendidos com nossas piadas. Mas convenhamos: se vocês não quisessem sofrer bullying teriam comprado vídeo game de homem.


E AGORA É COM VOCÊ, LEITOR! 
Deixe seu comentário e me conte o que você achou! Concorda com minha lista dos 10 mais machos dos videogames? Esqueci algum? Comente aqui embaixo!

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

As Maiores Tranqueiras Já Lançadas Usando o Nome DONKEY KONG

Fala macacada queridos leitores devoradores de Toddynho com vodca! Como vai a vida de vocês?  a minha vai sussa na montanha russa, e tenho motivos para estar muito feliz! É que neste mês de dezembro, o nosso Velho Noob completa 1 ano de vida! É isso ae, um ano completinho de muita piada sem graça, trocadalhos do carilho e muita ironia, sarcasmo e Yakult! 
Então nós, da vasta equipe (basicamente o Adonay e eu) estamos realizando um velho sonho do site, desde quando tive a primeira idéia de criar essa BAGAÇA: UM PODCAST PERIÓDICO. Pois é, senhores amiguinhos, podem aguardar que muita coisa bacana vai rolar no Velho Noob em brave pra comemorar esse primeiro ano de vida (juro pela mãe de vocês que eu nunca imaginei que um blog sobre jogos antigos que ninguém mais jogava fosse durar mais que 3 meses. Muito menos poderia imaginar essa popularidade e esse público que tanto comenta e opina sobre o site!  Sucesso! 
E por falar em SUCESSO, hoje separei uma matéria... como diz um tio chato que tenho... SUPIMPA.  
Pois junto do V.N, temos um aniversariante tão foda quanto! Separei para vocês um especial com os produtos (ou serviços) mais bizarros que encontrei usando a marca DONKEY KONG!


Há exatos 30 anos atrás a Nintendo lançava Donkey Kong nos arcades, lá nos states. O jogo vendeu dezenas de milhares de unidades, se tornou uma febre mundial e mudou o destino da filial norte-americana da empresa, abrindo o caminho para seu futuro sucesso no mundo dos consoles domésticos. Sem Donkey Kong, não teríamos o bigodudo do Mario (que estreou como herói no jogo), e sem o Mario é difícil imaginar como seriam os videogames hoje. Gostando ou não, precisamos admitir isso (será que tem alguém que não gosta do Mário? hmmm.... uma pesquisa interessante). 
Mas nos atendo aos fatos: Isto torna o jogo simplesmente o título mais importante já lançado pela Nintendo, e talvez um dos mais importantes na história dos videogames. Essa última afirmação fica com um "talvez" enorme. Pode xingar.
Portanto, vamos celebrar aqui no Velho Noob  relembrando um punhado de coisas estranhas e interessantes sobre este jogo tão amado, e o preferido da minha irmãzinha de 5 anos. E também seus personagens. Feliz aniversário, Donkey Kong! Feliz aniversário, Mario! Feliz Aniversário VELHO NOOB!
Nesses 30 anos, como uma boa fabriqueta de verdinhas, a franquia gerou muita coisa bizarra e muitas sem noção.  Eu sai chafurdando nessa internet profunda e assustadora e acabei por reunir as paradinhas que achei mais interessante. Acompanhe a matéria. E AH, se você não leu ainda nosso espacial muito bem escrito, completo, informativo e engraçadíssimo sobre os jogos do SUPER NINTENDO DONKEY KONG COUNTRY, clique no link e deixa ai aberto pra você ler depois

Pense em dois gordinhos felizes tentando jogar essa merda
E VAMOS LÁ: No mundo dos esportes: muito antes de parir o pirralhinho Game Boy, a Nintendo lançou uma série de jogos portáteis chamada Game & Watch. Cada aparelho só podia rodar um jogo, com gráficos em preto e branco pré-impressos em uma tela LCD que também servia como relógio (daí o nome). A empresa criou vários jogos nesta série, e o improvável “Donkey Kong Hockey” (1984) é um deles.
Neste jogo, Mario e Donkey Kong se enfrentam em uma partida do esporte favorito dos canadenses. Dá uma sacada na fotografia ai do lado e imagine cá comigo: Cada jogador usava um pequeno joystick circular, que ficava armazenado na base do aparelho quando não estava em uso. Esse joystick tinha tipo 10 centímetros de cabo, o que eu imagino ser bastante desconfortável (pensa em dois gordos jogando isso ao mesmo tempo). Por outro lado, mesmo que tivessem 2 metros de cabos não faria diferença alguma com uma telinha tão minúscula. sabe aqueles minigames que nós carregávamos na mochila pra jogar no recreio (e escondido nas aulas de matemática?) A NINTENDO teve a brilhante idéia de lançar um para 2 players.

Mario, Deus nórdico do trovão:
Mario nos Vingadores, quem diria
Se você achou estranho o título acima, dê uma bela olhada na capa que temos aqui. Nos dias em que a resolução de imagem dos videogames era baixa, os ilustradores responsáveis pelas caixas dos jogos tinham de SE VIRAR NOS TRINTA para retratar de forma atraente as situações absurdas em que os personagens se encontravam. Isto resultou em uma enorme quantidade de capas incrivelmente esdrúxulas na década de 80 (assim como TODAS do Atari), e a versão de Donkey Kong para o Intellivision, da Mattel (1982) não é exceção.
Mario anda levando a academia a sério! Vemos um Mario tão musculoso quanto o He-Man e sem chapéu, segurando o que parece ser Mjolnir, o martelo mágico de Thor. Já Donkey Kong é um monstro terrível que aprisionou "Pauline" em uma gaiola. Temos certeza de que, em algum lugar do Japão, Miyamoto está tendo um AVC.
Mais realismo: em 2010 um artista chamado Fugazi criou este conjunto de bonecos dos personagens de Donkey Kong clássico modificando bonecos já existentes da série Marvel Legends. O kit, uma criação única, foi depois vendido no eBay por alguns quaquilhões. A obra de Fugazi nos faz imaginar como Donkey Kong seria se tivesse sido criado por uma empresa norte-americana de games, como a Rockstar, em 2010, em vez de pela Nintendo, em 1981.

A verdadeira sequência de Donkey Kong:
No início de seu envolvimento no mercado de videogames, a Nintendo terceirizava o desenvolvimento de seus jogos. Coisa que ela devia fazer até hoje. Embora Shigeru Miyamoto e Gunpei Yokoi (que mais tarde criaria o Game Boy) tenham projetado Donkey Kong, o trabalho de programação foi feito por uma empresa chamada Ikegami Tsushinki. Nesta época as questões relativas aos direitos autorais de software não estavam bem definidas no Japão, o que levou a um desentendimento entre as duas empresas pouco tempo depois. Tipo, no começo ninguém queria assumir a roubada do filho feio gorilão, mas depois que virou sucesso, haviam muitos herdeiros da fortuna, né?
A discussão ficou acalourada na época, se o jogo desenvolvido era Congo Bongo (um novo game) ou se esse seria "Donkey Kong 2". A Ikegami também desenvolvia jogos para outras empresas, e começou a trabalhar para a Sega .
Em 1983 a empresa lançou, vejam só,  Congo Bongo, visto por muitos como uma “cópia” de Donkey Kong, mas que agora sabemos ter sido desenvolvido pela mesma equipe.

Kong em quatro rodas:
Em 2007, ano em que nós mal tínhamos dinheiro para um PS2 e o mundo dos videogames já estavam enjoando de X-BOX, a Nintendo encomendou um Monster Truck tendo Donkey Kong como tema. Tudo para promover o jogo de corrida Donkey Kong: Barrel Blast para o Wii. O caminhão era pilotado por Frank Krml, que usava uma fantasia do personagem (WTF? SÉRIO?), e participou da Monster Jam Truck Tour por várias cidades nos EUA em Dezembro daquele ano. Só fico imaginando se ele tinha alguma dívida com a Yakuza ou algo assim. Quem em sã consciência pilotaria um Monster Truck usando uma fantasia de gorila? Será que é movido a óleo de banana?

James Bond contra Donkey Kong: 
Não há limite para o mau gosto e o nonsense da mente humana. Ao bolar os anúncios para as versões domésticas de Donkey Kong que seriam veiculados na França e Itália, a CBS Video imaginou Mario como uma espécie de agente secreto subindo uma escada em espiral enquanto desvia de gigantescos barris de vinho, arremessados por um Donkey Kong do tamanho de King Kong. E enquanto isso a pobre Pauline se equilibra na sacada de um arranha-céu.
Francamente: O que raios esse pessoal andou bebendo? Que chá é esse? Com uma cara feia dessas, o gorila nem precisava ser gigante pra meter medo. E porque CARALHOS VOADORES uma empresa de publicidade tentaria vender algo para Itália transformando o personagem, que é ITALIANO, na porra de um agente secreto britânico?

DK entra para o circo: Outro jogo da família Que Porra é Essa? Game & Watch, desta vez um modelo avançado com tela a cores da série “Panorama Screen”. Não sabe o que é um Panorama Screem? É essa maluquice aqui, ó.  Em “Donkey Kong Circus” (1984) o gorila deve evitar que os abacaxis caiam enquanto se equilibra em um barril. Enquanto isso, como um bom herói, Mario fica rindo ao lado do picadeiro. A tela colorida era resultado de uma combinação de luz ambiente, que entra por trás de uma tela retrátil, um LCD (que é normalmente opaco) mas fica transparente quando recebe energia e uma película plástica colorida que contém os gráficos. Tudo isso segundo o Wikipédia, tá? Eu não sou tão velho assim. 
O resultado era bastante impressionante para a época, ainda mais considerando que o primeiro console portátil com uma tela LCD realmente a cores (o Lynx, da Atari) só chegaria ao mercado cinco anos depois. Atualmente, Donkey Kong Circus pode ser jogado em um simulador gratuito desenvolvido por “MADrigal”. Vale voce dar um pulinho pra conferir.

Viajando na maionese: desde a época do Atari várias empresas tem como negócio a produção e venda de cópias piratas de jogos. Aqui vemos um cartucho pirata de Donkey Kong para o Atari 2600 lançado em Taiwan (!!!!). A ilustração nos dá uma boa idéia do que Mario vê quando exagera nos cogumelos! Poderia se chamar "O palhaço Pipoca contra os unicórnios-piranha do espaço" que você nem ninguém JAMAIS suspeitaria do contrário. Esse tipo de ... han... "adaptação" .... ou como hoje chamamos... os "hacks"... foram muito mais comuns nos anos 90, em plena geração 16 bits, onde temos coisas realmente assombrosas como MK3 Ultimate para Master System, num hack feito pelo próprio demônio. Era muito comum ver isso acontecer, e muitas vezes surpreende pela engenhosidade da coisa. Uma vez nós mesmos, aqui do Velho Noob analisamos em vídeo uma série desses HACKS especialmente formatados para contar histórias bíblicas. Um gameplay comentado feito pelo meu chapa Sttaford e eu, nos primórdios do Velho Noob. Se você é um cliente novo e não viu ainda, dá uma clicada AQUI, eu espero você voltar.. .

Estrela de TV: Depois de um incrível sucesso nos arcades e consoles de todo o universo conhecido, Donkey Kong virou parte do programa de TV “Saturday Supercade”, com desenhos animados baseados em games de sucesso na época, que foi ao ar na rede CBS entre 1983 e 1985 (CARAMBA! PORQUE RAIOS NENHUMA EMISSORA FAZ ISSO HOJE EM DIA?). Na história do desenho (que não é a  mesma do jogo) Mario é o dono de um circo e Pauline é sua assistente, responsável pelo treinamento dos animais. Donkey Kong, a estrela do circo, escapa constantemente, e cada episódio mostra as tentativas de Mario e Pauline de recapturá-lo.
*cough cough* Soupy Sales, um apresentador de programas infantis muito famoso nos EUA, fazia a voz de Donkey Kong, e Peter Cullen (que mais tarde dublaria Optimus Prime na versão original de Transformers) emprestou sua voz a Mario. A série é famosa por ter sido a primeira vez em que Mario apareceu em um desenho animado na TV. Mesmo que seja num produto bosta que nem esse.

Diversão Matinal: A Ralston Purina lançou na década de 80 (época boa e bizarra, fala sério) vários cereais matinais com personagens licenciados dos videogames, entre eles Pac-Man e Donkey Kong. Os cereais tinham forma de "barril". Pense bem no tamanho da zoeira que era comer esse negócio. Eu nunca comi um na vida (vou repetir que não sou tão velho assim), mas testemunhas muito confiáveis do tio aqui garantem que esse cereal tinha gosto de cheetos estragado com queijo de estufa. Tinha cheiro de all-star velho e textura de cadáver na beira da estrada. SUCESSO ABSOLUTO.

Ora essa, claro que sim. Quando eu tinha 5 anos, qualquer merda que viesse do universo dos videogames eu dava birra no chão da cozinha até minha mãe comprar. Isso indica que qualquer coisa, literalmente qualquer coisa, pode ser vendida, mesmo que seja uma imensa merda de tatu, desde que carregue a marca certa.
Num é mesmo, dona Nintendo?


Forte abraço a todos vocês, e fiquem com Sphirot. Não se esqueçam de clicar ali encima no botãozinho de curtir pra dar uma moral na nossa página do FACEBOOK e como sempre, deixe seu comentário aqui embaixo. Deu muito trabalho, mas eu me diverti bastante reunindo esse material pra publicar.
Quer dar uma sugestão de matéria:? Declarar seu amor? Xingar a mamãe? AQUI EMBAIXO, AMIGUINHO. Bora todo mundo comentar. Se sua sugestão for boa mesmo, quem sabe eu não publico a matéria?

sábado, 1 de dezembro de 2012

As 5 maiores cagadas da Nintendo



SAUDAÇÕES, DEVORADORES DE YAKULT! ANTES DE MAIS NADA O VELHO NOOB GOSTARIA DE ADVERTIR que esse é um post que expressa uma opinião bastante pessoal e baseada exclusivamente na experiência do autor e nenhum Fanboy precisa ficar ofendidinho com as alegações e afirmações desse post. Afinal, estamos aqui para nos divertir. E dessa vez eu prometo não esculachar muito os viadinhos criados pela avó jogadores de Nintendo Wii.
Esse site tem a honrosa missão de juntar nesse tubo de elétrons aqui as mais variadas e nostálgicas lembranças de nossas infâncias, e certamente não tem a intensão de ofender ninguém que prefira essa ou aquela softhouse/franquia/personagem, ou pior ainda, nós não queremos (deus nos livre) causar a ira de ninguém. Até porque, se você é fanático com a Nintendo e é um desse caras que chamam Shigeru Miyamoto de Deus, eu sugiro que você pare a leitura agora. Não avance da próxima linda. É sério isso. Nós vamos fazer uma listinha de vacilos da Nintendo igual nós fizemos da SEGA. Ah, da SEGA você riu, né?
Danadinho. 


OK, OK... Se você ainda está por aqui saiba que é por sua inteira responsabilidade e eu não me responsabilizo por nenhum ataque de fúria (pode descarregar sua frustração na caixa de comentários láaaaa embaixo). 
Pra você que joga o Wii até dar reumatismo e está com o DS calejado de tanto pegar as estrelas do Super Mario 64 DS, saiba que nem sempre a Rede Globo dos videogames marcou golaços dignos de um Allejo (você precisa ter mais de 19 anos pra entender essa piada). Na verdade, durante boa parte dos anos 90 e começo dos 2000, o empório gamer do Tio Miyamoto fez várias vezes o Mario entrar pelo cano e o Pikachu matar inocentes criancinhas japonesas de epilepsia. Sim, isso acontecia com frequência. Entre um estrondoso sucesso e outro, a Big N de vez em quando dava umas bolas fora que fazia dó. Coisa que ela faz até hoje CONFERE A FOFOCA AQUI. Afinal, quem foi que imaginou o 3D do 3DS de forma beeeeem diferente do que foi mostrado, han? Todos nós, gamers. Até eu que não sou fã dos portáteis da Nintendo imaginei algo no mínimo holográfico.

Mas aqui, nesse Velho e bom Noob só nos interessam os clássicos

Então senta, pede uma pizza e aprecie a viagem. Foram acessórios largados pelo caminho; games prometidos e depois esquecidos; promessas que ficaram só na conversa e na publicidade exageradas das feiras; novidades que ganharam só o Japão e nunca foram além de Okinawa. Aqui, no bastardo ocidental  Velho Noob você pode conferir as melhores diarréias épicas e liquefeitas sofridas pela Big N. Aqui a pesquisa é séria, acha que é fácil reunir informações da internet, puxar da memória e redigir esses textos?
(devo dar o braço a torcer e dizer que a Nintendo fez menos merda que a Sega, tadinha)
No final, vê se pelo menos deixa seu recadinho pra fazer o tio feliz.

Cagada n. 5: Drive de LD do Super Famicom

Em 1992, aquele ano tenso, enquanto alguém no Planalto Central carimbava papéis do que viria a ser o Plano Real, a Nintendo dia resolveu fazer amizade com a Sony e, juntas, planejaram o lançamento de um drive periférico para o Super Famicom (mais conhecido como SNES), com jogos mais potentes e mais elaborados para o console de 16 bits. Seria mais ou menos como um console que funcionaria acoplado ao Super Nintendo, rodando jogos em laser disc, o LD, um formato de mídia tão famoso quanto backing vocal de grupo de pagode, que não colou de jeito nenhum. Que nem o betamax. Conhece o betamax? Então, pois é. Qualquer semelhança com o Sega CD é um plágio descarado e desavergonhado. Na maior cara dura.
Pois bem, a Nintendo anunciou a parceria, prometeu o periférico, deve ter planejado uma meia dúzia de jogos do Mario em LD. Deixou as revistas brasileiras em polvorosa ao soltarem toda sorte de notícias loroteiras…pra tudo acabar numa cagada épica pizza de quatro queijos com atum. De uma hora pra outra não se falou mais nesse drive e as duas empresas desfizeram a parceria. 
A Sega soltou no mercado o Sega CD e ficou tudo por isso mesmo. Foi o fracasso que foi, conforme os senhores podem confirmar aqui,  
Tá, mas entonces, Lacerda: Se a Nintendo DESISTIU de lançar a bodega ao ver o fracasso da SEGA ao tentar transformar o Mega Drive num Medabot, porque raios o senhor colocou isso aqui na lista de fracassos? 
JUSTAMENTE POR ISSO. Ao desistir do projeto, a Nintendo deixou todas as mídias com sua ex-parceira Sony. O tal "drive" que a Sony planejava se transformou numa engenhoca chamada Playstation, que você com certeza não conhece, enquanto que a Nintendo foi lá chorar com os seus advogados pra impedir o lançamento da bagaça em 1995. E claro que não deu certo, os jogadores de God of War agradecem.
Mas imagina o ódio dos japinhas, meu? Pode-se dizer que a Nintendo, por burrice, acabou CRIANDO a maior concorrente que ela podia imaginar ter...

Cagada n. 4 : Project Reality

Enquanto as duas empresas pediam o DNA no Programa do Ratinho, logo após o seu divórcio com a Sony, a Nintendo "Desesperate Systems" começou a falar de um tal de Project Reality. Você sabe o que é? Não? Nem eu nem ninguém no mundo. O Reality do nome, obviamente tinha a ver com realidade virtual, ou seja, era a Nintendo querendo dar um upgrade naqueles óculos ray-ban do Master System. Foi o que todos pensaram. Mas todo jogador experiente já sacou de primeira a mutreta: o Project Reality, fosse um acessório, um hardware ou o console sucessor do Super Nintendo, faria tanto sucesso quanto uma terceira temporada dos VR Troopers copiando as cenas do Jaspion editada pela Bandai.
Lendas urbanas começaram a surgir sobre o tal projeto - que existia de verdade - mas ninguém nunca tinha visto (assim como a mulher do Bill Gates). Diziam que ele seria a matriz do Nintendo 64, de que ele era o hardware da placa Ultra 64, de que o Killer Instinct seria o seu primeiro jogo… no final das contas, o Project Reality deu origem ao Virtual Boy. HOLY SHIT! Reservei o último item desse post para esta aberração que é o mais fixo dos portáteis. Então segure o tchan aí que nós chegamos lá.

3. Cagada n.3 : Satellaview / BS-X

Se você for uma pessoa normal, talvez não saiba disso, mas nas quartas de finais do ano de 1995, com Donkey Kong bombando e ganhando bananas de ouro maciço, com a Sega indo pro espaço com Saturno e a Sony se refrescando na sombra com o Playstation. Nesse contexto meio bizarro que era o cenário de games da metade dos anos 90, a Casa do Mário colaborou com o aquecimento global fazendo com que o SNES entrasse num quadro de obesidade mórbida.
Esse tijolão aí que os gamers japoneses tiveram que engolir  chamava-se Satellaview, ou, no nome que ficou mais conhecido em terras tokusatsônicas, BS-X.
Saca só o tamanho da merda: A parafernália era um modem via satélite que ia encaixado no Super Nintendo que tinha a missão nobre e sagrada de o conectar a este mundo incrível de mulheres nuas e correntes de e-mail chamado INTERNET! Já ouviu falar? É bem legal, tem até bate-papo…no caso, o Satellaview se conectava com um serviço online, que disponibilizava arquivos de mídia, programas de interação e comunicação, remakes de clássicos do SNES e jogos exclusivos, como Mario Picross . Imagine uma LIVE movida a lenha! Para gravar esses desvarios, utilizava-se um cartão de memória, como aquele visto lá em cima do console na foto, num tempo em que uma conexão USB era conhecido como magia negra.
Resultado Óbvio: O SATELLAVIEW FOI O MAIOR SUCESSO MUNDIAL, só que não. Não serviu nem como peso de papel para os estudantes de Tecnólogo em Hentai da Universidade de Tóquio. E os jogos…? bem, como no SNES todos os jogos recebiam o prefixo “Super” (Super Metroid, Super Star Wars, Super Buster Bros.) e no N64 todos os jogos eram sempre whatever 64. …, os títulos do Satellaview recebiam o prefixo BS: era BS Mario, BS Zelda, BS Metroid…por isso o BS daquelas roms obscuras que você, gamer devorador de toddynho com vodca, vive baixando em suas tardes de ócio e angústia existencial no vazio caustrofóbico e finito de ser e estar humano.
Exagerei aqui.

Cagada n.2 : Super FX

Em princípios de 1993, um espírito de porco da Big N criou, sabe-se lá porque cargas d'agua, um chip acelerador que possiblitaria à engine 2D do SNES processar gráficos poligonais sem grande gasto de memória, chamado Super FX, proporcionando jogos em três dimensões para os nintendomaníacos. Antes mesmo do Playstation e dos arcades, o SNES teria jogos com cenários em três dimensões.
Pois é, a pecinha milagrosa fez todo mundo jogar o Mega Drive e o Nintendinho no lixo pra comprar o Super - todo mundo queria jogar Starfox (e abrir a fase secreta do asteroide negro) -  E a Nintendo não parava de botar pilha: Anunciava um jogo atrás do outro com o chip Super FX, era um tal de Starfox 2 pra cá, de um revolucionário jogo de corrida pra lá, um jogo de luta chamado FX Fighter, outro de nave com o nativo nome de Comanche, e rumores falavam até duma adaptação poligonal do anime Macross…

Mas daí a gente acordou e Starfox 2 nunca saiu (tem o do 64, jogo que estreia o Rumble Pack, o único vibrador desprovido de intenções sexuais).
Como sabemos, aqui do futuro, nenhum dos jogos conheceu a luz do dia. 


Cagada n.1: Nintendo 64 DD


Mal lançou o seu sistema de 64 bits que vinha com vibrador embutido, a Nintendo já começou com as fofocas de um periférico sensacional, que seria anexado ao N64 e rodaria jogos exclusivos e em alta definição a partir de…DISQUETES! Porra, aí sim forçaram a amizade! E seriam uns disquetões do tempo do DOS com tela verde! Sem contar que ele acessaria a Internet assim como seu concorrente DreamCast, com todas as “extraordinárias” vantagens que o Satellaview oferecia. E sabemos onde os japinhas tiveram que enfiar os seus consoles. 
Enfim, assim como argumento de Super Sentai, o N64DD, como bom videogame marxista, repetiu toda a história dos outros periféricos fracassados do passado: Prometeram um mundaréu de jogos (numa época, o próprio Zelda: Ocarina of Time foi cogitado como um dos exclusivos, depois falaram do Majora’s Mask, mas ambos saíram em cartucho), como o Dragon Quest VII, as sequências de Banjo & Kazooie, de Mario 64 e até do Super Mario RPG, e mais uns jogos japas obscuros…E adivinha?  Lançaram o acessório só no Japão, com uma dúzia de jogos com o carisma do Pedro de Lara tomando injeção na bunda.
Pelo menos, a sanha da Nintendo em lançar “Disk Drives” inúteis para suas plataformas (não nos esqueçamos que o Nintendinho teve um também), sorte que não tivemos um GameCube DD ou um Wii DD.
Que tipo de IMBECIL CAVALO IDIOTA tenta colocar num Nintendo 64 um drive de disquetes, que não funcionou nem no NINTENDINHO, quando disquetes faziam sentido?

Monte colossal de bosta. Melhor eu parar de pesquisar essas coisas.

Menção Difamatosa prometida: Virtual Boy

Deem uma olhada nessa bugiganga aí na foto. Eu botei uma imagem detalhada de propósito, pra conscientizar o mundo gamer a nunca cair no conto do vigário e adquirir tamanha barbaridade como essa. Essa EXCRESCÊNCIA eletrônica foi lançada em 1995, dizendo-se ser o primeiro portátil com processador de 32 bits e o videogame pioneiro em realidade virtual. Claro, claro... TIRANDO O FATO DESSE SER PORTÁTIL PORRA NENHUMA. Para jogar esse troço, você montava o tripé e enfiava a cara nesses óculos descomunais, e, dentro deles, num fundo preto com figuras e sprites em vermelho, sofria com uma sequências de enjoos, labirintite, tonturas, alucinações, e vista cansada causados pelos seus esdrúxulos jogos. Aliás, como as imagens eram duplicadas, o joystick desse irmão bastarado do Game Boy também era duplicado!
E o que jogar de bom no Virtual Boy? Teleroboxer? Mario’s Tennis? Wario Land? Nem pra ele foram lançadas as figurinhas carimbadas da Nintendo, prova maior de seu “sucesso”.
Não é somente dengue, McDonalds e punheta bomba atômica que mata, o Virtual Boy tem um poder destrutivo de dez bombas de varíola. 
Depois duma cagada dessas, nós do VELHO NOOB recomendamos que você procure por ajuda médica imediatamente. Ainda quer comprar um Virtual Boy? Procure no ferro-velho mais perto de você e aproveite as promoções, quem sabe dá pra pegar uma Kombi sem motor no pacote!
A verdade é que eles tentaram fazer uma versão motherfucker dos óculos 3D do Master System. Aqueles olhos que deixavam vesgo, lembra? POIS É. Obviamente isso não dava certo. Se voce pensar bem, um "óculos de imersão virtual" precisa de mobilidade. Assim como voce precisa de espaço, não de um tripé estacionado na sua frente. E um JOYSTICK? com DOIS DIRECIONAIS? Aquela geração estava acostumada a DOIS BOTÕES, DOIS MALDITOS BOTÕES, e os caras aparecem com um joystick locão que você não pode ver porque está com a cara enfiada no capacete do Juiz Dredd.

DEUS. Pesquisar essas coisas e estudar elas pra escrever (já que eu de fato não lembrava de tudo, pois não tive acesso à maioria). Então bora lá deixar seu comentário, meu amigo! Você chegou até aqui, leu tudinho e sofreu comigo com essas cagadas épicas! Então vamos continuar esse papo! 

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