quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Saudade das Locadoras


Locadoras
Em um tempo não tão distante, quando ainda usávamos cartuchos para jogar em nossos videogames preferidos, seja em casa ou em bando na casa dos amigos tomando ki-suco de groselha e chips de R$ 0,50 centavos, uma das maiores invenções para os gamers daquela época maravilhosa (que nem eram chamados de "gamers") foram as locadoras de videogames. Lá podíamos alugar os mais recentes lançamentos, pois ninguém, nem mesmo hoje, consegue ter todos os jogos de um aparelho, não é? Naquela época a coisa funcionava mais ou menos como hoje, porém os cartuchos tinham um preço elevado - principalmente pelo material de que eram feitos. Mesmo os piratas. Que eram os que todos nós comprávamos, afinal.
As videolocadoras eram o reduto dos mais apaixonados por jogos, e ficavam sempre lotadas. Se alguém espirrasse mais forte voava pivete com uniforme do colégio pra tudo quanto é lado. Os donos foram obrigados pelo conselho tutelar a não deixar crianças frequentarem o local sem os pais com o uniforme da escola. Isso porque o que mais fazíamos era matar aula pra jogar videogame, encontrar os amigos no local, e trocar figurinhas. Literalmente, se considerarmos que isso foi no meio dos anos 90.  
Lembro-me de chegar sempre a noite procurando os lançamentos que as pessoas quase sempre devolviam neste horário, pois normalmente teriam que ser devolvidos até 19:00 ou 20:00. Senão, nossa mãe pagava multa. E mães sempre ficam possessas com multas de atraso, pois elas trabalham desde nossa infância tentando nos ensinar alguma coisa útil. E tudo o que aprendemos, ou guardamos de nossas lições mais valiosas, foi transformar o juiz em cachorro.  
Mas esse não é o lance aqui.
Estava eu discutindo com alguns amigos que se lembram da TV Colosso, e mergulhamos num mar de lembranças profundas com gosto de kinder Ovo, numa época em que um Kinder Ovo não precisava ser financiado pela Caixa... e o assunto era justamente as benditas locadoras.
Muito se fala sobre o que levou ao fim das locadoras ou a transformação da maioria delas em salas em que as pessoas pagavam para jogar por hora. (sím, voce fez, eu fiz, todos fizemos. E se você tiver mais de 20 anos e morava em Divinópolis ou BH, provavelmente fizemos juntos) na maioria das vezes culpam o Playstation por ter iniciado o fim delas. Suponho que em parte isso esteja correto, mas há 2 fatores no Brasil que foram muito mais impactantes.

Primeiro 2 lançamentos iniciaram o processo: O Playstation e o Sega Saturn. Sim, caros amigos e amigas, a Sega também ajudou nessa jornada rumo ao abismo. Em 1994, os dois consoles foram lançados com uma arquitetura que não era tão comum no mundo dos jogos: O famoso e já em declínio CD, esse disco que hoje compramos por míseros 0,50 centavos (o preço dos nossos chips sabor chulé da época) foi o estopim de tudo. O CD era a saída para uma mídia extremamente barata e facilmente duplicável também. OU SEJA: Isso deu inicio ao segundo motivo do fechamento das locadoras: A Pirataria. Porque raios e trovões alguém alugaria um jogo de Playstation ou Saturno, se no camelô da esquina compra-se dois pelo mesmo preço?
Com o destravamento rápido do Playstation e a entrada de cartucho do Sega Saturn que dava uma brecha enorme para ele ser destravado com facilidade, abriram as portas para esse submundo que começaram a produzir cópias de jogos aos zilhões, fazendo com que o preço no mercado negro fosse bem baixo o que dificultava a vida das locadoras.
O terceiro e último motivo foi no mesmo ano o Plano Real - AH, POR ESSA VOCÊ NÃO ESPERAVA, NERDÃO - este na verdade foi o maior motivo de todos. No início do plano o dólar caiu para 1 por 1 ou seja 1 real valia o mesmo que 1 dólar e foi ai, meus amigos da aula de história, que tudo desmoronou para as locadoras. Por exemplo, o aluguel de fitas era em torno de 3 ou 4 reais (realmente não me lembro ao certo) e como o Mega Drive e Super Nintendo estavam em plena decadência rumo ao abismo infinito das trevas escuras, o jeito era alugar Playstation e Sega Saturno.
Porém com o Plano Real o preço dos CDs piratas desses videogames em São Paulo caiu para meros R$3,00. Chegava em Minas por uns 5 contos, até alguém comprar uma dos CARÍSSIMOS DRIVES OPTICOS e começar a fabricar o brinquedinho aqui mesmo. Dai, por 3 reais você comprava um jogo de Playstation ou Saturno pirata e jogava em casa. O pensamento mudou nessa época, pois quem pagaria o aluguel de 1 dia de um jogo, se podia comprar ele pelo mesmo preço? Foi ai que tudo desandou, os donos de locadoras enforcaram com controles turbos de SNES eu mesmo e todos os coleguinhas passamos a comprar tudo pirata, pois era mais barato. E foi nessa mesma época que a Locadora - de um super negócio, tornou-se um negocio fadado ao fracasso - e muitas delas se tornaram um arcade de videogames alugando por hora, como muitos fizeram para sustentar seu negócio, enquanto puderam. Alguns anos depois comprar um videogame já não era tão dificil, e a popularidade da coisa caiu ainda mais. Sem contar as Lan Houses e blablabla. 
Eu fui um assíduo frequentador dessas locadoras. E FUI muito feliz. Grandes amigos que tenho até hoje, que hoje são adultos mais (ou menos) responsáveis, eu conheci nesses estabelecimentos, garimpando cartuchos de Master System.
Deu vontade de chorar.  Mas isso fica pra outra matéria. 

QUEM VIVEU ISSO ou tiver uma opinião a respeito, deixa ae!
EU QUERO SABER! VAMOS LÁ, COMENTE!

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Curiosidade Gamer: Consoles portáteis que ninguém lembra que existiram

Todos sabemos que no rodapé da história da tecnologia existe um cemitério de aparelhos que não vingaram. Entre eles, lembramos do Phantom System, do Virtual Boy, e alguns outros fracassos, e isso só para citar os consoles. Se formos pensar em aparelhos eletrônicos em geral, é como se o Polishop fosse a "Mansão Foster Para Amigos Imaginários" dos gadgets invocadinhos.
Só que estes são lugares-comum nas listinhas de tecnologia fracassada, ao ponto que todos nós já conhecemos a história, o motivo do fracasso e as piadinhas que alvejam as grandes falhas dos aparelhos — Um portátil que você só pode jogar apoiado numa mesa? oi? Então prometo que nesse post não vamos zoar com os coleguinhas que adquiriram uma lesão na espinha de tanto jogar 3DS. Para essa lista eu resolvi trazer algumas peças do fundo do baú que eu tenho certeza que alguns de vocês jamais conheceram. 
Dessa vez, vamos nos ater ao tema "portáteis". Primeiro, quero dizer que nunca fui um BIG FAN desse videogames de bolso, pela simples razão que eu nunca pude ter um. Um Game Boy custava tipo a virgindade da irmã e dois rins na minha época. E depois de velho, quando podia finalmente comprar minhas próprias nerdices, já não tinha mais o tesão necessário pra jogar um game assim. Até porque, os games que eu costumo jogar rodam em emuladores e estão aqui, ou no notebook ou no tablet.
Porém, chafurdando na lama das nossas infâncias, onde repousam desenhos do He-Man e bonequinhos dos Power Rangers que trocavam de cabeça, vi-me tentado a listar os cinco maiores fracassos dessa modalidade tão peculiar de videogames. Aqui estão os cinco consoles portáteis fracassados que ninguém mais lembra.

* Você vai notar que nessa categoria não mencionei os Brick Games. Primeiro porque não foram um fracasso e segundo porque não eram necessariamente um videogame. E se você não sabe o que RAIOS é um Brick Game, então xô, cai fora daqui, você está no site errado.

Mega Duck  (sério?)

É impressionante imaginar que um grupo de pessoas inteligente se dá ao trabalho de desenvolver, fabricar, marquetear (existe essa palavra?) e distribuir um produto, mas dedicam tão pouco tempo e esforço (para não mencionar o bom senso) na escolha do nome. É como se simplesmente tivessem aberto o dicionário em dois pontos aleatórios, meteram o dedo nas páginas, e as palavras em que a unha bateu foram as escolhidas. "Mega Duck". Este era o bizarro nome deste aparente clone de Game Boy, lançado em 1993 e fabricado por três empresas diferentes — Creatonic, Videojet e Timlex — (não, você nunca ouviu falar delas, NINGUÉM ouviu falar), todas aparentemente defuntas ou pelo menos operando em ramos completamente não-relacionados a videogame. É bem plausível que os resultados que achei no Google tratem de empresas diferentes que acabaram usando o mesmo nome. (porque raios alguém copiaria um nome como "Timlex?") É como se minha filha se chamasse Robervânia.

No Brasil, o Mega Duck foi chamado de Cougar Boy, porque era distribuído na pátria amada pela Cougar USA. Esse nome é menos horroroso, embora "Cougar Boy" pareça nome de garoto propaganda de eletrodoméstico. O aparelho chegou até mesmo a ser anunciado nesta edição de 1994 da revista Super Game Power, que eu desenterrei aqui para você. É bem possível que seja o único registro impresso do console. Se eu conheço alguém que tenha tido um? Vamos ao róximo parágrafo que eu vou nem me dar ao luxo de responder.
O Mega Duck tinha uma função interessante: era possível conectar um joystick nele para que duas pessoas jogassem simultaneamente. Aparentemente, no círculo de colecionadores americanos, a versão brasileira é considerada mais rara e valiosa porque o título pintado no console é menos estapafúrdio. Ok, faz sentido. Mas aqui... que porra é essa de conectar dois joysticks e jogar com o colega nessa telinha miserável sem luz interna?

PocketStation  (boquétisteition)

Eis uma pegadinha para aplicar nos amigos gamers: Pergunte com semblante de inocência “qual o primeiro console portátil da Sony?”. A resposta que 99% das pessoas dará é “Foi o PSP, claro!”. Eles estarão errados. Redondamente errados. Mais errados que o Dreamcast ser lançado na geração 32 bits.
O PocketStation foi, como o VMU depois dele, um híbrido de console portátil, PDAe cartão de memória. Era uma época onde celulares serviam apenas para fazer ligações, então segura a onda ae, novinho. O usuário plugava o aparelho na entrada de cartões de memória, instalava rudimentares joguinhos e apps, ou podia usá-lo para armazenar seus jogos salvos. Quando eu digo rudimentares joguinhos eu tô falando de Tetris e Snake, tudo com aquela telinha de Brick Game (se você não digitou "brick game" no google ali encima, corre e faça isso agora)
Lembra que na época áurea de locadoras tinha nego que nem tinha Playstation, mas comprava memory cards para salvar seus times no Winning Eleven ou sua carreira em Tony Hawk? Eu zerei Twisted Metal assim, ora bolas! Então, o PocketStation teria sido uma verdadeira mão na roda para essa galera, já que tinha funções paralelas que o tornaram útil fora da locadora. Infelizmente, o PocketStation teve um lançamento extremamente limitado — apenas 60 mil unidades limitadas ao Japão. O aparelho se tornou popular entre os japoneses (essa turma sempre foi chegada nesses mini-joguinhos, lembra da febre que foram os Tamagochis?), mas acabou nunca sendo trazido para o Ocidente. Porque? Porque deus quis. Não faça perguntas que não quer saber a resposta.
O PocketStation tem uma lista farta de jogos, dentre os quais estão alguns títulos das séries ganha-pão da Sony: Metal Gear, Final Fantasy, Ridge Racer e outros. Como é que alguém jogava Metal Gear numa telinha de 32×32 pixels, eu não tenho a menor ideia.
Aliás, como é que alguém jogava qualquer coisa nisso?


R-Zone (over 9000!)

Nos anos 90, parecia que realidade virtual seria o próximo “grande lance” do mundo da tecnologia. A gente mal podia esperar pelo dia em que poderíamos literalmente entrar em nossos jogos favoritos; e foi pegando carona nessa expectativa que abortos como o R-Zone vieram a existir. Sem falar no próprio Virtual Boy.
O R-Zone era essencialmente um minigame muito tosco que você acoplava à cabeça, dando ao usuário uma aparência extremamente… Peculiar. Por mais idiota que a geringonça nos pareça ser hoje, Hollywood já havia estabelecido o aparelho de realidade virtual em nosso imaginário coletivo como um videogame em forma de capacete. E por alguma razão as pessoas que desenvolvem tecnologia preferem acreditar nos diretores de cinema que na ciência que estudam. E não esqueça que tínhamos apenas treze ou catorze anos. Como crianças, podíamos nos dar ao luxo de não identificar imediatamente o fracasso que algo seria. Em vez disso, víamos o R-Zone e imaginávamos que ele nos transportaria para dentro dos games. Ahhh, os anos de inocência… eu lembro que eu realmente acreditei que poderia, vendendo latinhas, juntar 600 reais pra comprar um playstation. Isso até o Natal. E já era Agosto. O kg da latinha custava 0,60. E minha mãe sofreria um infarto se me visse pegando latinhas nas lixeiras da cidade. 
Apesar do imenso fracasso que foi o aparelho (a Tiger Electronics era conhecida por só lançar minigames toscos — mas bem que havia um mercado, já que nem todo mundo tinha grana para dar à Sega ou à Nintendo), houveram três versões do console: o Headgear, que é o original, o Super Screen, uma versão meio que “de mesa”, com tela maior e cores, e o Xtreme Pocket Game, que era uma versão mais parecida com a ideia de “console portátil” que temos atualmente. Ou seja, nada de visores amarrados à sua cabeça. Vi o R-Zone no "museu pessoal" de um amigo retrogamer e fiquei louco. Ele se parece com alguma coisa que o Vegetta usaria pra medir o Ki de alguém.


TapWare Zodiac  (oi? Ikki de quê?)

Este aqui eu acho que é underground mesmo; os únicos que tomaram conhecimento do Tapwave Zodiac em sua breve existência eram a turminha fissurada em Palms. (sim, haviam pessoas assim). O Tapwave Zodiac era essencialmente mais uma das tentativas frustradas de mesclar PDAs com videogames. Como ele trazia PalmOS 5, ele tinha a capacidade de rodar jogos nativos, especificamente projetados para a plataforma, e também de acessar o considerável catálogo de jogos para PalmOS. Isso é realmente bom. Quer dizer, o que nós fazemos hoje muito facilmente com um clique (ou uma dedada) ao baixar aplicativos para seu android, na época do safadão ae, a porra era mais sinistra. Se você comparar com outros sistemas operacionais móveis contemporâneos (digamos: iOS ou o próprio Android, como ja mencionei), a biblioteca de games do PalmOS era microscópica. Na época, no entanto, era razoável.
E para quem tinha PDAs exclusivamente para entretenimento, a ideia de um Palm com hardware dedicado a games era interessantíssimo. Por ser um aparelho voltado para um público bem exclusivo — essencialmente, só fãs da Palm sabiam que o aparelho existia —, o Zodiac nunca foi um estouro de vendas. E com o advento do Nintendo DS e do PSP poucos anos mais tarde, nem mesmo aquele pequeno demográfico o PDA/console conseguiu atingir. O aparelho vendeu menos de 200 mil unidades, e viveu apenas dois anos. Um Ex-BBB vive mais que isso.

Gizmondo (isso é nome de vilão do Godzilla, não é?)

Outro console fracassado de uma fabricante chamada Tiger, embora dessa vez seja a extinta "Tiger Telematics". O Gizmondo é particularmente infame porque um dos executivos da empresa despedaçou uma Ferrari em um acidente nos EUA e acabou indo ao xilindró por envolvimento com a máfia. O co-fundador da empresa acabou vestindo o pijama listrado, também. Don Corleone platinou nessa. Não é de se surpreender que o console teve o fim que teve, com gente desse calibre no volante da empresa.
O Gizmondo foi lançado em março de 2005, com essa porr..caria de nome esdrúxulo, no intuito de competir com o Nintendo DS e o PSP. Ele também tinha aspirações de PDA, com funções como GPS, modem GPRS, câmera e alguns aplicativos. O preço não era muito camarada (US$ 400), mas havia uma versão subsidiada por quase metade disto. O tal subsídio era feito através do sistema "Smart Adds" — sim, com grafia de "ads" errada mesmo —, que aleatoriamente jogava propaganda na cara do usuário. Horrível, né? Na verdade, não. O serviço acabou nunca sendo ativado, então os consumidores que compraram a versão pela metade do preço nunca receberam nenhuma propagando.
E ainda dizem que negociar com a máfia não é uma boa.
O Gizmondo não durou nem um ano, sendo descontinuado em fevereiro do ano seguinte e mal vendendo 25 mil unidades. Isso rendeu a ele o título de pior console da história, em matéria de vendas.
Em matéria de vendas, porque todo mundo sabe que o pior console da HISTÓRIA 

Conhece algum não listado? Discorda de alguma coisa? Comente ai embaixo, amigo. Vamos discutir isso como pessoas civilizadas. Ou não.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Estréia do VELHO NOOB VideoCast

Como vocês leitores fiéis e inveterados já estão absolutamente cansados de saber, além desse blog o Velho Noob (e isso quer dizer eu fazendo quase tudo sozinho) faz também vídeos para a internet, mais especificamente, para nosso canal  no youtube. Fizemos algumas resenhas de filmes - sempre com esse nosso humor debochado - e fizemos uma pausa. As coisas estavam precisando sofrer algumas mudanças emergenciais.
Acontecida as mudanças (muitas você já viu aqui e outras você verá muito em breve), é hora de retornarmos com nossos vídeos!
E pra estrear nossos novos projetos e formatos em vídeo, hoje já começamos com o primeiro VIDEOCAST do Noobão, trazendo um comentário breve, rasante e ligeiro, afiado como sempre, sobre esses hipsters metidos a nerd e a toda essa nossa cultura contundente!

Fiquem ai com o vídeo, e não se esqueçam que ainda essa semana teremos mais vídeo postado, a resenha do jogo Bioshock, feita pelo leitor Éder Lúcio!

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

NOOBS DA SEMANA

Tem Graça ou Não? http://stand-down.com.br/videos/abrindo-o-apetite/
PangeaCactus  http://pangeacactus.blogspot.com.br/2012/09/your-film-festival.html   
Galera Gamer do Bem http://galeragamerdobem.blogspot.com.br/2012/09/combonews4.html 
Pirralha Nerd  http://www.pirralhanerd.com/2012/09/os-visuais-femininos-mais-ridiculos-dos.html
Ofusca  http://www.ofusca.com/2012/09/festival-de-imagens-51.html
Cinéfila Arte http://www.cinefilaarte.com/2012/09/de-volta-aos-cinemas-superman-o-homem.html
Papo Sem Filtro http://paposemfiltro.com/2012/09/instagram-coletivo/
Bazuca do Humor http://www.bazucadohumor.com/2012/09/curiosidades-sobre-o-senhor-dos-aneis.html
LikeNerd http://www.likenerd.com.br/2012/09/o-nerd-curioso-1-nerds.html


Cabo De Dados http://cabodedados.com/imagens/atores-que-ficaram-marcados-por-seus-personagens
Inutilidade Pública http://inutilidadexpublica.blogspot.com.br/2012/09/filme-do-mes-bum-bum-bum.html
Conhece Mário? http://www.conheceomario.com/?p=1577
Dito No Bar  http://ditonobar.com.br/imagens/menage-a-trois-olimpico
Games e Peitos http://gamesepeitos.tumblr.com/post/30732738394/metal-gear-solid-ground-zeroes-debut-trailer
Manco Geek http://www.mancogeek.com/blog/2012/09/as-peores-campanhas-politicas-de-2012-candidato-a-candidato-by-canalixi/
Geral Curtindo http://geralcurtindo.blogspot.com.br/2012/09/guitarra-do-mario.html
Jogo Louco  http://www.jogolouco.com/2012/09/nao-pare-na-faixa-de-pedestre.html
Olhoko http://olhoko.blogspot.com.br/2012/09/pavao-marley.html


TEM DOIDO DEMAIS NESSE MUNDO, É ISSO.

E você, já sabe da promoção do Velho Noob? Clica no banner ali do lado direito, ó >>>>>>>>>

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

PROMOÇÃO VELHO NOOB e SPARTAN EDUCACIONAL


AGORA SIM! Como prometido nas postagens anteriores, o VELHO NOOB está em uma nova fase de mudanças e upgrades! A principal delas está nas novas parcerias e colaboradores, para que você possa ter cada vez mais diversão, prazer, humor e nostalgia lendo essas matérias quilométricas!

E para coroar com todas chaves de ouro possíveis os novos ares, o nosso bom e velho noobão aqui vai dar um curso de PHOTOSHOP pra você, leitor! É ISSO MESMO QUE VOCE LEU, meu amigo (a).
Devido ao crescente número de visitantes e leitores assíduos, nada mais justo que você seja compensado por todo o carinho que dispensa a esse site! Então, em parceria com a SPARTAN TECNOLOGIA EDUCACIONAL o Velho Noob dará dois presentaços aos leitores. Primeiro, você pode ser o feliz ganhador de um curso de Photoshop INTEIRAMENTE GRÁTIS, sem nenhuma mentira, inteiramente grátis MESMO, onde você poderá aprender tudinho sobre a editoração gráfica nesse que é o software de tratamento de imagens mais famoso do mundo! Que tal deixar suas fotos bacaninhas no facebook, ou ainda, ganhar dinheiro com uma nova profissão? 

Para concorrer, é muito simples, basta você adicionar o perfil da SPARTAN no Facebook, clicando AQUI . 

Todos os amigos do Facebook automaticamente concorrerão ao sorteio que acontecerá dia 30 de Setembro, pelo perfil da empresa. Então, só de ser amigo, você já está concorrendo. 

Mais fácil que isso só se você tivesse desconto em qualquer outro curso, certo?

POIS É EXATAMENTE ISSO!

Todos os leitores do Velho Noob vão ganhar 50% de desconto em qualquer curso que queira fazer! Isso não é fabuloso? METADE DO PREÇO só para vocês, leitores. Todo mundo que comentar nesse post com "Eu Quero 50% de Desconto!" e deixar o e-mail,  irá ser contatado pela empresa! Mas não se esqueça de deixar o e-mail, hein? 
Só o VELHO NOOB oferece a você metade do preço na maior empresa de curso de capacitação à distância, com toda a qualidade que a SPARTAN pode oferecer !

APROVEITE AE!

Uma observação importante, pessoal: A Spartan não é uma empresa de cursos online. Não se trata de cursos que você faz pela internet, é um curso completamente offline. Isso significa que você receberá na sua casa um box com todo o curso, completinho, multimídia, em áudio, vídeo e texto, todo o material didático e itens necessários para você começar a aprender de imediato, sem precisar ocupar sua internet com isso! Você é avaliado e recebe seu diploma como numa escola tradicional, mas você faz as aulas no conforto do seu quarto, de pantufas! E ainda, para tirar dúvidas, a Spartan Oferece todo o suporte ao aluno! Eu testei alguns cursos aqui e aprovei o método... bem mais prático e interessante, além de poder rever a aula ou o curso inteiro quantas vezes eu quiser. Bem melhor que uma sala de aula, principalmente pra mim que não tenho tempo pra fazer cursos!


domingo, 2 de setembro de 2012

SOBRE NOSSA MISSÂO NESSA TERRA DE DEUS

Muita gente me pergunta porque eu não participo mais ativamente de grupos e fóruns de games, já que meu site trata especificamente do assunto. A resposta é bastante simples: Esse pessoal se leva muito à sério. Calma, você pode baixar o ancinho e as tochas aí, amigão. O que quero dizer é que eu curto muito mesmo essa coisa de games, e como deve ter notado, particularmente amo os retrogames. O que acontece na maioria desses fóruns e grupos é a galera defender xiitamente suas preferências, e do nada, você se vê imerso numa discussão absurda sobre o fato da Nintendo ser ou não a Maior Empresa de Games do Universo Conhecido. Essa é uma discussão tão inútil quanto a velha briga Sonic x Mário. Quero dizer que eu não me importo muito com isso. E com a nova geração, isso se agrava, pois temos mais e mais grupos surgindo na web. E cada um deles defendendo esse ou aquele console, esse ou aquele game, e no final das contas, a diversão acaba dando lugar a um amontoado de fundamentalistas que discutem as variações de um mesmo deus.
Antes, quando ainda se assopravam cartuchos, as discussões acaloradas aconteciam nas locadoras, a galera do SNES se degladiando com a turminha do MEGA DRIVE. Mas isso não siginificava uma briga necessariamente, pois ao final das contas, todos nós nos divertíamos com os games uns dos outros. Na maioria das vezes, na mesma sala, na mesma TV, revesando os controles.
Não estou dizendo que hoje a galera gamer não sabe se divertir. Mas é bastante notável que os gamers de hoje não são muito tolerantes com novos conceitos. Pelo menos, uma boa parte deles. Existem exceções e sou grato ao bom criador por isso.
Não vou me envolver nessa discussão infrutífera, porque videogames é uma diversão que precisa ser sadia... sob pena de deixar de ser diversão. Tenho amigos gamers que matariam pra defender seu X-BOX e outros que morreriam por sua amada idolatrada salve salve NINTENDO. E quer saber? danem-se todos. VIDEOGAMES SÂO DIVERTIDOS, e todos eles são, de uma modo generalizado. Inútil e burra é a discussão que negue isso. Estamos todos falando da mesma coisa aqui, senhores. Sobre diversão. Seja no novo Resident Evil ou no segundo (que eu prefiro). 
O que acontece é que talvez tenhamos esquecido que games são para divertir. São como o humor, não pode levar tããããão a sério assim. Senão, vira torcida de futebol. E ai a coisa fica chata. Claro que, diante dessa minha postura (de continuar escrevendo sobre o que quero) a quantidade de visualizações do meu site é bem inferior a muitos outros que conhecemos, mas isso não faz muita diferença.
Falando bem abertamente, segundo as análises atuais, o Velho Noob possui cerca de 400 acessos diários. Mas eu tenho certeza que pelo menos metade dessa galera realmente lê o que escrevo.
Por isso vou continuar escrevendo.
Prefiro ter 200 pessoas esperando ansiosos minha próxima matéria do que uns 20.000 que não prestam atenção no que eu posto.
Então, se você tem QI para estar aqui, continue conosco. Voce não vai se arrepender em momento algum. E sua opinião vai continuar sendo sempre muito importante.
Se não gostar de usar o cérebro, amigo, eu aconselho que você acesse esse site aqui, ó