segunda-feira, 28 de maio de 2012

Review: Goldeneye 007


Eis aqui o grande campeão da nossa enquete. Depois que fiz a resenha do Mário 64, eu fiz uma enquete entre os fãns da página do Velho Noob  no facebook perguntando qual game do N64 os leitores gostariam de ver resenhados aqui!
E não é que o resultado não foi outro? (eu honestamente estava apostando no Donkey Kong 64...)
Para homenagear este grande jogo, nada melhor do que falar sobre ele – já tava na hora... Que vergonha, tanto tempo de blog e nunca falei do meu jogo preferido no Nintendo 64!
Goldeneye 007 é um jogo de tiro em primeira pessoa para o console grandalhão parrudo da Nintendo, baseado no filme de James Bond, GoldenEye.  O game é todinho produzido pela Rare (até então produtora second-party da Nintendo, mas que hoje já atingiu a autosuficiência) e distribuído pela Nintendo, fora lançado em 1997 (dois anos após o filme). Isso é complicado, trabalhar com um hiato muito grande entre u]o lançamento do filme e o lançamento do game. E as coisas com o N64 já não estavam indo muito bem. E as softhouses estavam abandonando o pleito daquele console maravilhoso, mas que por algumas razões bastante técnicas (como a mídia utilizada) estava indo para o limbo da história gamística. Limbo esse onde anos mais tarde também receberia seu irmão Dreamcast.
Então, naquele cenário desespero onde a Nintendo percebia a cagada imensa que estava fazendo ao lançar um videogame de ultima geração utilizando a mesma midia do anterior  momento de "muita calma nessa hora" que a Nintendo estava atravessando com seu brinquedinho novo, a Rare lança, exclusivamente para

domingo, 27 de maio de 2012

VELHO NOOB # 6 - DRACULA 3000



ESTá ONLINE o mais novo vídeo do Velho Noob, com Felipe Lacerda resenhando essa pérola estrombótica do cinema de "terror" chamada Drácula 3000 - confira mais essa dose de humor e ironia encima de um aterrorizante filme (no mau sentido)

LInk do trailer? Claro, AQUI, Ó

sábado, 26 de maio de 2012

Resenha The Wlaking Dead por Mateus Martins




Mais uma resenha de séries do meu parceiro e amigo MrThues,  dessa vez resenhando a série The Wlaking Dead. Fico feliz por saber que o rapaz, além de haver sido meu aluno, se diz produndamente inspirado pelo meu trabalho e o trabalho do Velho Noob.

Nós do Velho Noob apoiamos essa idéia!
Mande você também seu vídeo para gente postar aqui! Se você tiver pelo menos tres neurônios nós vamos abraçar e apoiar sua idéia!

O canal do moço bem aqui, confira outros vídeos.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

(Re) nascido o Gloria voltou!

Dei uma sumida...é,coisas da vida. Mas felizmente estou ouvindo coisas novas e tenho muito a contar e hoje vim aqui falar do cd novo do Gloria.
O (Re)nascido foi lançado essa semana no proprio site da banda,que disponibilizou para Download (e na ultima vez que olhei 58204 pessoas tinham baixado,belo número e foi conseguido em pouco tempo!) Como é de se esperar do Gloria o cd ficou cheio de berros colocados em seus devidos lugares,riff's de guitarra incríveis e letras originais. ( http://gloriaoficial.com.br/ para quem quiser baixar o cd! o link do site da banda.) Hoje vou fazer diferente,vou contar sobre as faixas que mais me chamaram a atenção e tentar explicar o porque..vamos lá. Primeiro a faixa quatro titulada como "Presságio" que tem a participação do Vocalista Fernando Anitelli da banda Teatro Mágico,a voz dele é linda e também tem alguns violinos feitos por Galldino o violinista também do Teatro Mágico. Para mim essa coisa de se misturar Violinos em musicas com screamo sempre vai ser algo diferente,raciocinem comigo! Em uma hora tem guitarras furiosas e depois violinos tristes é como se todos os clichês fossem quebrados. E na ultima faixa titulada como "Horizontes" com a participação do Lucas Silveira da banda Fresno. (e pelo que eu vi..acho que ele contribuiu na letra também)letra incrivel,um dedilhado muito bonito no inicio da canção. O vocalista Mi cantando baixo e os berros só vem no refrão e no final Lucas canta junto,a musica mais bonita do cd em todos os aspectos. É isso,escutem o cd do Gloria. É uma boa banda e o que sempre me chamou a atenção neles é que não fazem musica tentando soar como o screamo de bandas gringas.Ffazem só o trabalho deles e muito bem por sinal.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Mamma Mia ! Mário 64 - a resenha

Não deve existir uma pessoa no planeta que não tenha no mínimo ouvido falar num tal encanador bigodudo chamado Mario. O supremo garoto propaganda e fabrica de yenes mascote da Nintendo sempre foi um dos ícones dos vídeo games, e por que não dizer, um ícone pop.  Sem mensionar que sempre foi um dos “carros chefes” da Big N. A todo novo console, a  empresa tratava logo de lançar suas versões de Mário. E, sabiamente, o mascote não ficou apenas em jogos de platraformas: A "Franquia Mário" existe numa verdadeira pandemia de plataformas e engines diferentes, até coisas esdrúxulas como o Dr. Mario. Ou o infame Mário Paint e a hilária tentativa de usar um mouse no Super Nintendo.
Mas ainda hoje o nome Mário é sinônimo de bons jogos, ao contrário do Sonic, que envelheceu mal, muito mal. Entre uma cagada e outra da Nintendo, voce consegue encontra jogos realmente bons do encanador em todos os consoles da empresa. E não foi diferente no primeiro console da Nintendo em três dimensões: Super Mario 64 é um marco para a indústria dos jogos eletrônicos, pois revolucionou os jogos de plataforma tridimensionais, além de revolucionar o modo como visualizávamos o proprio mundo dos cogumelos. E pela primeira vez nos vídeo games, o Mário tinha uma voz - que era digitalizada e sintetizada, mas era uma voz - com sotaque e tudo.
Confira a maior revolução em 3D que eu tive o privilégio de

sábado, 19 de maio de 2012

Músicas temáticas inesquecíveis !!


  
   Hoje estou aqui para falar de músicas temáticas que tenho certeza que você jamais esquecerá, e se você acha que certas músicas não deveriam estar aqui, que elas são ruins e tudo mais eu não ligo pra sua opinião, o que importa aqui hoje é o que eu acho  fale nos comentários que críticas são sempre bem-vindas.
   
    Marcha Imperial ( Star Wars) :  Cara, na boa, essa música não tem nem o que falar, ela é simplesmente foda. A música está sempre presente em programas de Televisão, e até mesmo em abertura de shows de bandas. Você pode odiar Star Wars, falar que é um saco os filmes, mas uma coisa eu sei : você gosta da marcha imperial, não adianta negar.
  
     Tema do filme  O Poderoso Chefão :  Se você nunca assistiu este filme, na boa, cria vergonha nessa cara e vai assistir ele, comece a assistir filmes clássicos que valem a pena, e para de achar que você já pode se considerar um intelectual em filmes, que já entende de filmes clássicos tendo assistido A lagoa Azul ( pra mim aquele filme está longe de ser um clássico, se é que ele é considerado um ) e Titanic. Mas enfim, sou muito fã dessa trilogia, e um grande fã da trilha sonora, se você ainda não assistiu, assista, você não vai se arrepender.
   
 
   

   Tema do jogo  Top Gear :  Bem, o que falar sobre a musica do Top Gear?  Não tem o que falar, apenas que é o tema  de vídeo game mais foda que já ouvi. Essa música é o tema de vídeo game mais tocado na guitarra na minha opinião ,e a mais difícil também de se tocar. Como guitarrista, eu posso falar que ela não é nem um pouco fácil de se tocar. Mas enfim, ela merece ser considerada uma das músicas temáticas mais fodas de todos os tempos !


   Tema do jogo Super. Mario :  Um tema que também jamais esqueceremos. É uma música clássica no mundo dos Games, uma música que com certeza, sem você pensar no jogo ou sem estar tempos, ou anos sem jogá-lo, ela aparece na sua cabeça, começa a tocar sem você perceber, pelo menos isso acontece comigo.
        
   Tema da Pantera Cor de Rosa : Simplesmente clássica. Eu tive a  felicidade de ver o Guns N’ Roses tocar essa música no show deles em Belo Horizonte, em 2010. Enfim, eu considero a música mais inesquecível se tratando de temas de desenhos animados, uma música que fez parte de nossas infâncias .

   Tema do filme  007 :  Essa é outra música que tive a felicidade de ver o Guns N’ Roses tocar no show de 2010. Vocês não  sabem a minha emoção de ver um show de meus ídolos e ao mesmo tempo ver eles tocarem músicas quem marcaram a minha infância. Eu acho essa música muito bem feita, e é um tipo de música que lembra espionagem no momento que ela começa a tocar. Merece estar aqui nessa matéria.

    
    Tema do Indiana Jones : Inicialmente, era lógico que esta música estaria aqui, pois ninguém jamais se esquecerá do Indiana, quanto menos de sua música. É uma música que lembra aventura no momento que se é ouvida. No momento que você ouve ela, você lembra de selva, pedra gigante rolando, e o Indiana Jones correndo. Essa música é tão clássica quanto ao filme, e eu pessoalmente gosto muito dela, e tenho certeza que muitos de vocês também gostam.

         

  
    Tema do filme Missão Impossível :  Bem, esta música está esquecida há tempos, mas não para mim. Ela é uma música muito bem projetada, e também difícil de ser tocada na guitarra. É uma música que caiu muito bem para o filme, não é uma música que lembra ação, nem espionagem, mas é uma música que lembra de “Missão Impossível”. Não vem outra coisa cabeça a não ser a cena que o Tom Cruise está no teto, despendurado por uma corda, torcendo para não ser visto pelo seu inimigo, e de repente, uma gota de suor cai no chão. Tenho certeza que quando ouvem essa música, essa cena também aparece na cabeça de vocês.

     Tema do Chaves : Talvez esta seja a música mais marcante de nossas infâncias, pois tenho certeza que todos gostam de Chaves até os dias de hoje, e não importa quantas vezes você já viu os episódios em toda a sua vida, você sempre irá rir dos mesmos episódios. Todos nós sonhavam em conhecer Acapulco na nossa infância, E os bordões e frases dos personagens são usados até hoje por nós no nosso dia-a-dia. Enfim, música marcante, série marcante e personagens marcantes, não poderiam deixar de serem citados aqui.

      Essas são as músicas que eu acho as mais marcantes, comente e diga qual você acha a melhor, ou a pior, diga qual você acha que deveria estar aqui, assim posso fazer uma continuação dessa matéria. Demorei, mas postei uma matéria depois de alguns meses. Vou tentar ser mais presente em questão há isso, pois agora estou trabalhando e estudando, aí fica garrado.
      Muito obrigado a todos, e um grande abraço !!!

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Jogos que repetem a mesma história SEMPRE

Saudações, nerds ! O boteco do Velho Noob  é assim: Pega a problemática, a solucionática, leva pra uma ilha deserta e ainda serve polenta frita com mussarela no jantar, servida com vinho do porto. Resolve todos os problemas ao som de Whitney Houston e Michel Teló. Saiba, ó desafortunado, que esse post é especial para você leitor de meia idade que mora no interior do Amapá, se diverte com os clones de Tetris e Enduro no minigame do camelô e se orgulha de ter sido fiscal do Sarney. Enfim, esse é post é pra esse alguém que gosta de repetições e não perde uma reprise do Pica-Pau nos buracos de programação da Record.


Porque nós sabemos que tem games que, embora já estejam na décima ou vigésima sequência, sempre contam a mesma história: O mesmo herói, o mesmo coadjuvante, o mesmo vilão, a mesma aventura, as mesmas armas, os mesmos glitches. E não tem jeito: do NES ao Nintendo 3DS, lá está o herói com sua juventude eterna, resgatando a mesma princesa que já foi raptada pelo mesmo vilão insistente, desde o tempo em que se assoprava a fita.
Nós do Velho e bom Noob selecionamos os melhores games de

terça-feira, 15 de maio de 2012

Knights of the Round - SNES !

No verão de 1994 (ou 1995, não lembro bem) eu não estava aqui, nesse recanto obscuro do mapa das Minas chamado Divinopolis, sim na capital atribulada desse rural estado, visitando parentes, e então saí de noite para ir no fliperama (na época em que isso ainda existia). Lá conheci Knights of the Round, um game que já não era novo (foi lançado pela Capcom em 1991), mas que era tudo o que um fã de longa data de Golden Axe poderia querer. Jogabilidade rápida, gráficos caprichados, trilha sonora inspirada e porradaria medievel comendo solta. Até hoje, o game é um dos meus arcades favoritos! E posteriormente, veio parar no SNES, foi quando a porra ficou séria. Aquele jogaço, que eu gastava quilos de fichas jogando toda vez que ia à BH (já que o Arcade do game não existia na minha cidade) agora estava disponível nas minhas madrugadas gamísticas escondidas da mãe!

Em termos de estilo, Knights of the Round é uma espécie de Golden Axe com clima menos sombrio, seguindo a mesma linha de beat’em up medieval inaugurada pelo velho clássico da Sega. Os gráficos são muito bons, com cenários cheios de detalhes, e as músicas são muito legais, criando a ambientação ideal para o jogador entrar no clima de violência medieval do jogo. Naquela época eu jogava muito D&D (tinha realmente muito tempo livre e muitos amigos na mesma situação vagabundesca) e ver aquele game era o mais próximo que eu conseguia chegar das aventuras de capa e espada que eu poderia chegar. E olha que o Super Nintendo tinha um game chamado Dungeon and Dragons, mas que nem de longe era tão bacana.
Mas, qual é a do game? Rei Arthur, e naquela época o Rei Arthur ainda não estava saturado como está hoje. Com essa avalanche medieval que povoou o mundo a partir dos 32 bits, game medieval nasce em árvore. 
Mas naquela época, os dragões estavam ainda todos em nossa imaginação.
A história começa com Arthur tirando a mítica espada Excalibur da pedra. Você conhece a cena. Após realizar esse feito, o jovem é instruído pelo mago Merlin a unificar a Grã-Bretanha sob o trono de um único rei. E se ele soubesse que o trono real ia culminar no príncipe apresentando a Previsão do Tempo ele teria mandado Merlin se foder e montado um puteiro na alemanha.. 
Para fazê-lo, Arthur terá que enfrentar as horas do tirano rei Garibaldi e tirar o infeliz do poder. Nessa missão, ele contará com dois futuros cavaleiros da Távola Redonda: o ágil Lancelot e o fortão Percival.

O game é relativamente curto, como era comum nos jogos do estilo, e conta com apenas sete fases. A jogabilidade é simples ao extremo, com o herói escolhido pelo jogador contando tão somente com um ataque simples de espada, pulo e com um ataque “especial” (aquele famigerado e costumeiro golpe que tira energia do herói, e que só deve ser utilizado na hora do desespero). Era realmente simples demais, no melhor estilo Street of Rage de ser. Ou seja, nada de magias de nenhum tipo, tudo aqui é resolvido na porrada mesmo. Tudo bem que no citado Streets of Rage da Sega, você podia invocar umas viaturas como ataque especial, mas aqui você nem isso tem. Destruir dragões no grito? Aqui não é Skyrim, é jogo de homem, manolo!
Mas quer saber uma coisa que não falha e com toda a certeza você vai encontrar nesse game? Barris e coisas pra quebrar! E dentro deles, adivinha? ITEMS!

O interessante é que, além da ambientação medieval típica de RPGs, a Capcom (essa danadinha devassa capitalista) introduziu no jogo um sistema de progressão de níveis por experiência, típico de RPGs. A mecânica dessa evolução de níveis dos personagens é bastante simples, mas ajuda a dar ao game aquele ar de “RPG de ação”. E esse jogo não foi a única tentativa da Capcom de mesclar beat’em up com RPG medieval, pois ainda em 1991 a empresa faria algo semelhante com o game The King of Dragons, embora o meu predileto desses dois, sem dúvida, seja Knights of the Round. Esse jogo reamente é o que o game do Dungeon & Dragons pro Snes gostaria de ser quando crescer.
Em 1994, quando Knights of the Round já estava longe de ser uma novidade, o game ganhou uma adaptação para o Super Nes, a única versão do jogo para plataformas domésticas (não considerando futuras compilações). Foi essa a que mais joguei, como já disse. O Knights of the Round do Super Nes é muito bom e, grosso modo, não deixava muito a desejar em relação ao original. Mas hoje em dia, nessa era de emuladores, é evidente que a versão mais recomendável para quem quiser conhecer o jogo é a original do arcade, que é bem mais rica em detalhes gráficos (principalmente no que se refere aos cenários de fundo, bem mais detalhados do que no Super Nes).

A maior vantagem do game do arcade sobre a versão do Super Nes, no entanto, se dá nos efeitos sonoros, como vozes e ruído de golpes, que ficaram sensivelmente prejudicados na adaptação para o console de 16-bits da Nintendo. Sem contar no irritante corte de violência que a Big N fazia nos games e continua fazendo até hoje no seu Nintendo Wii. Então, é claro, no game original do arcade jorravam generosas doses de sangue dos inimigos em meio às lutas, elemento de violência que tomou chá de sumiço na versão do Super Nes.

Em 2006, Knights of the Round (o original do arcade) foi lançado como parte da coletânea Capcom Classics Collection: Reloaded do PSP. No mesmo ano, o jogo também apareceu na coletânea Capcom Classics Collection Vol. 2, lançada para o Playstation 2.
Para quem gosta de Golden Axe (e existe alguém que não gosta?!?), Knights of the Round é um hack and slash extremamente satisfativo e viciante. Apesar de sua curta duração, é o tipo do jogo que incita retrogamers como eu a revisitá-lo, de novo e de novo, depois de um certo tempo. Recomendo, sem restrições, principalmente se você sempre sentiu falta de um jogo descente de algo como Conan, o Bárbaro.
E a vida continua, amigos.

Aliás, como nota pessoal, eu diria que os jogos do Lord Of The Ring para PS2 chegaram bem pertinho do espírito dessa época. Pelo menos eu gostei. Abraços!


COMENTE!
E não deixe de indicar nosso site para seus amigos clicando no botão do facebook no começo da matéria!

quinta-feira, 10 de maio de 2012

VELHO NOOB # 5 - ZUMBIS!



NOVO VÍDEO do Velho Noob, com Felipe Lacerda, tratando de coisas boas e coisas ruins sobre o tema Zumbis, que atualmente está quase tão na moda quanto vampiros fosforescentes! Como sempre trazendo o humor ácido do comediante e co-autor desse compêndio de nostalgia que você tanto ama! 

Assuntos tratados no vídeo, você confere aqui:

1 - Biografia de George A. Romero você encontra AQUI

2 - O trailler do filme Fido, o Mascoste você vai encontrar AQUI

3 - Aquela merda purpirinada cópia descarada da outra merda purpurinada sobre vampiros, mas dessa vez com zumbis, um conto de necrofilia chamado Sangue Quente, você encontra informações AQUI 

4 - E as matérias sobre game THE WALKING DEAD você encontra AQUI e AQUI.


DEIXE SEU COMENTÁRIO.      
GOSTOU DO VÍDEO? NÃO GOSTOU?

domingo, 6 de maio de 2012

Coisas Que Não Fazem Sentido Nos Games


Fala aê amantes nostálgicos desse caótico mar de recordações eletrônicas! Hoje resolvi sentar na minha mesinha aqui e escrever sobre um tema que já venho desenvolvendo a um tempinho, e gostaria de compartilhar com meus amigos aventureiros. Esse é um tema que pode gerar polêmica... Afinal, estamos falando de jogos, ou seja, é tudo ficção! Son coisas que non ecsistem! E alguns mais xiitas ai vão dizer que eu não posso esperar por lógica num jogo de entretenimento eletrônico. O que eu concordo bastante! Mas gostaria de fazer uma análise mais crítica sobre alguns assuntos que são recorrentes. Quero dizer, não são viagens de um jogo específico, são coisas que diversas vezes se repetem em vários games.
Se formos analisar todas as coisas estranhas em jogos, arrisco a dizer que nenhum iria sair ileso, afinal, temos encanadores italianos que usam flores pra atirar bolas de fogo em dragões num mundo dos cogumelos, e ouriço com cabelo maneiro e sapato invocado que corre na velocidade da luz, e muitas coisas mais que não fazem sentido algum. Mas deixando esse aspecto de lado, pois são características exclusivas desses games, o que quero abordar são regras insanas gerais. Tem algumas coisas nos jogos que acabam se tornando muito esquisitas, e nós acabamos ignorando histórias tão mirabolantes para pura e simplesmente nos indagar sobre esses “pequenos” detalhes que acabam fazendo menos sentido que qualquer outra coisa! Entendeu? Não? Nem eu! Mas acompanhe-me na matéria de hoje e talvez vocês entendam melhor o que estou querendo dizer...