Chegou aquele post que era o mais aguardado de onze entre dez gamemaníacos que frequentam a enfumaçada zona meretr[icia do Velho Noob. Conforme prometi nos comentários do post anterior, aqui está meu momento nostálgico mais aguardado. Aqui, ao escrever, prometi que não choraria. A hora que eu tentei evitar, mas que se fez inevitável, que não poderia mais ser adiada. O temeroso momento em que nessa vida de retrogamer eu me veria obrigado a escrever sobre um arcade esquecido no exterior e eternamente lembrado aqui nas nossas terras tupiniquins, onde proliferam muitos fliperamas contrabandeados e maquininhas de caça-níquel! Acertou no fiofó do velociraptor quem falou naquele grande beat’em up que misturava Cadillacs e dinossauros chamado…CADILLACS & DINOSAURS! (um brinde à originalidade do nome) Mas cuidado: Esse fliper vai comer toda a sua mesada em fichas.
Lançado pela nossa querida Capcom nos idos de 1992, auge dos bons beat’em ups pra arcades, esse jogo seguiu ali no vácuo de Final Fight. Cadillacs & Dinosaurs tinha uma fórmula simples e direta, com uma engine claramente melhorada em relação ao game dos cumpádis Haggar, Cody e Guy: Porrada generalizada, fases em profusão, inimigos invocados do além e do nada, gordões que atropelam, chefões saltitantes à la Rolento, o chefão nojento, e muitas, mas MUITAS mesmo, armas escondidas em caixotes e barris. E aqueles frangos. Aqueles eternos franguinhos que todo jogo de "lutinha de passar de fase" tem. Céus. QUEM está no meio da porrada, destribuindo pontapé, enfia o bicudo num BARRIL e diz: "_Opa, achei um frango! Me sintirei mais forte se comer isso" . Se fossem barrinhas de cereais faria mais sentido. ou meta anfetamina.
Comparado a Final Fight, Chevettes & Salamandras, perdão, Cadillacs & Dinosaurs era bem mais rápido, frenético, com chefões mais balanceados (leia-se: mais trapalhões e mais fáceis pros noob matarem!) e, claro, com muito mais VIOLÊNCIA! Que era tudo o que queríamos aos 14 anos. Sangue, explosões, tripas voando (como quando você matava o inimigo com o lança-granadas) e dinos avermelhados depois de comer muita pimenta pra estriparem o seu personagem e os inimigos junto. Sem contar o mundo detonado em estilo Mad Max e os chefões mutantes, e pronto, temos um cenário mais
bizarro lisérgico imprevisível do que as quebrada da periferia de Metro City (só para os fortes).
É com prazer que o VELHO NOOB, esse compêndio de fósseis cristalizados, apresenta uma de suas máquinas mais antigas, aquela lá do lado do tempo do Golden Axe, que já está até engolindo fichas e com a telona roxa de tão gasta. E vamos lá numa viagem muito louca com muitos dinossauros e Cadillacs, não necessariamente nessa mesma ordem.
É com prazer que o VELHO NOOB, esse compêndio de fósseis cristalizados, apresenta uma de suas máquinas mais antigas, aquela lá do lado do tempo do Golden Axe, que já está até engolindo fichas e com a telona roxa de tão gasta. E vamos lá numa viagem muito louca com muitos dinossauros e Cadillacs, não necessariamente nessa mesma ordem.
O Game Tem Uma História? oi?
Não que isso fizesse a MENOR diferença na época, mas a resposta é sim, e é uma história deveras curiosa. Baseado na HQ Xenozoic Tales (as imagens são bem foda, já to baixando), pois é claro que ninguém na Capcom teria a bela ideia de misturar Cadillacs com dinossauros por conta própria. Afinal, quando eles finalmente criaram um jogo de luta de rua bem bacana qual foi o nome escolhido? STREET FIGHTER. Eles não são conhecidos por criatividade. Mas voltando ao enredo do game, estamos no belíssimo ano de 2513. Essa é uma margem segura para se fazer um jogo futurista, já que voce não vai estar vivo quando esse ano chegar e ninguem vai rir da sua cara com as ridicularidades e os absurdos que voce imaginou. Nesse ano, o mundo virou uma bagunça geral: os Estados Unidos estão falidos e devendo até as cuecas do Obama pra China (hmmm. Mãe Dinah mode on), a Rússia sedia uma Copa do Mundo, o Brasil perde a final pra Argentina, o Paraguai se torna a maior potência global, é declarada a independência do Acre, a França proíbe o Playstation em seu território nacional, João Kléber ganha o











